DESEJOS, ACESSO A INFORMAÇÕES E EXPERIÊNCIAIS SEXUAIS EM ADOLESCENTES E ADULTOS AUTISTAS

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Segundo os pesquisadores os Chrstian C. Joyal, Julie Carpentier, Suzie Mckinnon, Claude L. Normand e Marie Hèléne Poulin, da Instituto de Pesquisa em Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro do Autismo, IUHSSC de Mauricie e Centre-du-Québec, Trois-Rivières, QC, Canadá, Departamento de Psicoeducação e Psicologia, Université du Québec en Outaouais, Gatineau, QC, Canadá e Departamento de Psicoeducação, Université du Québec en Abitibi-Témiscamingue, Rouyn-Noranda, QC, Canadá (2022), os adolescentes e adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm desafios particulares a enfrentar em suas tentativas de se envolver em relacionamentos românticos/sexuais e se envolvem, em média, em menos comportamentos sociossexuais do que indivíduos com desenvolvimento típico (TD). 

As barreiras pessoais (por exemplo, dificuldades na cognição social), institucionais (por exemplo, educação sexual insuficiente) e sociais (por exemplo, capacitismo, suposições, estigmatização e exclusão) contribuem para limitar o conhecimento sexual de pessoas com TEA (especialmente adolescentes) e suas chances de ter relacionamentos românticos/sexuais. Este tipo de dados é de extrema importância, pois ajuda a desenvolver planos de educação ou treinamento com base nas necessidades específicas das pessoas com TEA para iniciar e manter relacionamentos amorosos/sexuais. 

No entanto, os estudos disponíveis são principalmente limitados a adultos e as informações coletadas de adolescentes/adultos jovens com TEA, geralmente são fornecidos pelos pais ou cuidadores.

A adolescência e a transição para a vida adulta representam uma fase desafiadora do desenvolvimento, envolvendo importantes modificações biopsicossociais (incluindo transformações físicas, emocionais, sociais e cognitivas) e intenso aprendizado/adaptação. Um grande desafio enfrentado pela maioria dos adolescentes, com ou sem TEA, é a descoberta e exploração da sexualidade pessoal e interpessoal. 

A sexualidade do adolescente é particularmente complexa porque é um processo multidimensional que envolve áreas tão diversas como expandir o conhecimento sexual (sobre si mesmo e sobre os outros), explorar a preferência sexual, querer (ou não) desenvolver parcerias íntimas, satisfazer (ou não) importantes necessidades sociossexuais (por exemplo, ser amado e aceito, dar e receber carinho, sentir-se atraente, compartilhar sentimentos) e confirmar (ou questionar) identidade de gênero e orientação sexual. 

Embora a transição para a vida adulta em geral e a sexualidade em particular sejam desafiadoras para a maioria dos adolescentes, pode ser ainda mais para aqueles com TEA.

Ao contrário da crença tradicional, a maioria das pessoas com TEA expressa claramente o desejo de ter relacionamentos românticos/sexuais. No entanto, os estudos disponíveis sobre saúde sexual de pessoas com TEA são tipicamente baseados em participantes adultos ou relatos indiretos de pais ou conselheiros de adolescentes, muitas vezes sem dados comparativos. 

Dada a importância da exploração romântica/sexual e da saúde sexual durante a adolescência em geral e a escassez de dados obtidos diretamente de jovens com TEA, o principal objetivo deste estudo exploratório foi perguntar diretamente a adolescentes e adultos emergentes com TEA sobre seus conhecimentos sexuais, desejos, desafios e experiências.

Em oposição à suposição clássica de que eles são muito ingênuos e imaturos para se interessar pela sexualidade, um número crescente de estudos sugere que a maioria dos adolescentes/jovens adultos com TEA (mas não todos), assim como qualquer pessoa sua idade, têm interesses sociossexuais, inclusive para relacionamentos e comportamentos diádicos. 

De acordo com seus pais, adolescentes/jovens adultos com TEA têm, em média, menos conhecimento sexual e de privacidade e se envolvem menos em comportamentos sexuais socialmente apropriados (e mais inadequados) do que adolescentes com desenvolvimento típico. No entanto, essas conclusões são incertas, pois pais de crianças com TEA tendem a superestimar seu próprio conhecimento sobre a vida sexual de seus filhos.  Conforme salientado por Dekker et al. (2018), a subestimação dos comportamentos sexuais desses pais pode refletir não apenas o fato de que a maioria desses comportamentos é realizada de forma privada, mas também que os pais podem assumir que a sexualidade é inexistente ou irrelevante para seu filho com TEA. Portanto, medidas de autorrelato são preferíveis para o estudo dos desejos e comportamentos sexuais de pessoas com TEA, incluindo adolescentes/adultos jovens.

Poucos estudos limitados a adolescentes ou adultos jovens (ou seja, 15-25 anos) com TEA usaram avaliação direta (autorrelato) de seus conhecimentos, desejos e experiências sexuais/românticos. A maioria desses participantes expressa interesse pela sexualidade e deseja se envolver em um relacionamento romântico. Quando um grupo de comparação de pares típicos é incluído, mais semelhanças do que diferenças são encontradas para conhecimentos e comportamentos sexuais em comparação com adolescentes/jovens adultos com TEA. 

Conforme relatado a seguir, esses estudos contêm limitações abordadas pela presente investigação. Dewinter et al. entrevistou adolescentes do sexo masculino com (n= 50 sem déficit intelectual, idade média de 16,7 anos, 15–18 anos) ou sem (n = 90 pareados em idade, escolaridade e etnia) TEA e encontraram taxas muito semelhantes de experiência sexual entre os grupos. Esses resultados interessantes, em desacordo com a maioria das hipóteses baseadas em relatos de pais e cuidadores, podem refletir a realidade, sendo baseados em autorrelatos. No entanto, eles também podem se aplicar apenas a meninos mais novos. Aproximadamente 2 anos depois, um subconjunto dos mesmos participantes com TEA (n = 30, idade média de 18,6 anos) teve significativamente menos experiência sexual do que os meninos típicos em comportamentos diádicos, ou seja, comportamentos sexuais em parceria, beijo e carícias. Portanto, adolescentes com TEA podem ser sexualmente ativos, mas têm menos experiência sexual diádica do que seus pares.

Em outro estudo comparativo de sexualidade autorrelatada (e relatada pelos pais) de adolescentes/adultos jovens com (n = 58, idade média de 16,8 anos, 13-21 anos) e sem (n = 91, idade média de 16,3 anos) TEA, Dekker et al. não encontraram, novamente, diferenças significativas entre os grupos para desejos sexuais e comportamentos sexuais. 

Conforme reconhecido pelos autores, adolescentes com TEA apresentaram aproximadamente um terço dos comportamentos sexuais e os adolescentes típicos cerca de metade dos comportamentos sexuais. Claramente, os dois grupos parecem diferir nesse estudo, que merece mais investigação de autorrelato.

Juntos, esses dois estudos comparativos baseados em autorrelatos concluíram muito mais semelhanças do que diferenças entre os grupos para a experiência sexual. No entanto, o fato de que a idade média dos participantes foi relativamente baixa em ambos os estudos (16,3 anos para os participantes típicos em cada estudo) pode ter induzido um efeito teto para a experiência sexual. A ausência de diferenças intergrupos também pode refletir o fato de que ambos os estudos foram realizados na Holanda, onde, talvez, a educação sexual oferecida a adolescentes com TEA seja melhor do que em outros países.

Claramente, há uma necessidade de investigar o conhecimento e a experiência sexual com adolescentes mais velhos/jovens adultos com TEA fora da Holanda.

Uma terceira investigação sobre saúde sexual de adolescentes com TEA baseada em autorrelato foi um estudo qualitativo com 27 participantes realizado nos EUA. Os participantes do sexo feminino eram mais propensos do que os do sexo masculino a relatar não ter interesse em sexualidade e expressar medo de serem explorados. Havia apenas sete meninas nesse estudo, no entanto.

Por fim, Fernandes et al. e Hartmann et al. compararam as respostas de adolescentes/jovens adultos com TEA às de seus pais. Ambos os estudos confirmaram que a maioria dos participantes relata ter interesse sexual.

Fernandes et al. também encontraram uma taxa relativamente alta de participantes com interesses parafílicos (24%), associados à gravidade dos sintomas (maior) e capacidade intelectual (menor). Parafilias são fantasias ou comportamentos frequentes, intensos e sexualmente estimulantes que envolvem objetos inanimados, crianças ou adultos sem consentimento, ou o sofrimento ou humilhação de si próprio ou do parceiro.

Hartmann et al. avaliaram uma pesquisa online com 100 jovens adultos (18–30 anos) com TEA. Eles confirmaram que a taxa de interesse romântico era relativamente alta (73%) e o conhecimento sobre educação sexual básica (por exemplo, saber sobre doenças sexualmente transmissíveis) e privacidade (por exemplo, conhecer as regras sociais sobre despir em privado) era bom. Ainda assim, quase metade (46%) desses participantes com TEA relataram que nunca ou raramente buscam privacidade quando se masturbam, com aproximadamente um terço (36%) relatando o mesmo para usar o banheiro.

Como ressaltam os autores, esses resultados sugerem a necessidade de uma melhor educação sexual entre adolescentes com TEA. Além disso, quase dois terços dessa amostra relataram pelo menos um item das escalas de vitimização sexual (62%) e agressão sexual (65%). No entanto, este estudo não comparou taxas entre os sexos.

CONSUMO DE PORNOGRAFIA

Quanto ao consumo de pornografia na Internet, uma proporção significativamente menor de meninos com TEA relatou assistir pornografia (41,5 versus 75,9%, respectivamente) e/ou se masturbar com pornografia (39 versus 75,9%, respectivamente) regularmente (pelo menos uma vez por semana) em comparação com aqueles sem TEA. Entre as meninas, as taxas de consumo de pornografia foram muito menores em ambos os grupos, sem diferença entre eles.

ESTRATÉGIAS E MOTIVAÇÕES SEXUAIS

Diferenças significativas entre os participantes com TEA x indivíduos Típicos foram encontradas em relação às estratégias que eles usariam para fazer sexo casual. Enquanto proporções significativamente maiores do primeiro grupo agiriam em função da outra pessoa (ou seja, tentar ter interesse semelhante ao deles e dar-lhes algo de bom), mais participantes típicos afirmaram que iriam provocá-los para chamar a atenção.

Esses resultados foram verdadeiros para as meninas e parcialmente para os meninos (apenas por tentar ter os mesmos interesses. Uma proporção significativamente maior de meninas com TEA (39,7%) em comparação com as meninas típicas (17,3%) também afirmou que diria coisas sobre si mesmas que acha que a outra pessoa gostaria para fazer sexo casual.

Da mesma forma, significativamente menos participantes com TEA do que sem TEA relataram que fariam sexo porque é bom (48,5 vs. 79,8%, respectivamente) ou por diversão (52,9 vs. 77,9%, respectivamente.

Esses resultados foram confirmados tanto para meninos quanto para meninas.

PESSOAS AUTISTAS E VITIMIZAÇÃO SEXUAL

Indivíduos com TEA parecem estar em maior risco de vitimização sexual do que indivíduos sem TEA, embora dados baseados em evidências ainda sejam escassos sobre esse assunto.

Em adultos com TEA, poucos estudos estão disponíveis, indicando alta prevalência de vitimização sexual, variando entre 46 e 78%. Nem todos os estudos incluíram um grupo de comparação. Em um estudo, por exemplo, a proporção de mulheres universitárias que relataram contato sexual indesejado no campus foi de fato menor entre aquelas com TEA em comparação com aquelas sem TEA, embora as taxas fossem alarmantemente altas em ambos os grupos 61,5 e 83,2%, respectivamente.

Em adultos jovens com TEA (18-30 anos), dois estudos independentes relataram uma prevalência ao longo da vida de 62% para vitimização sexual. Dados anteriores indicavam que as razões de chance de vitimização sexual eram igualmente elevadas para homens e mulheres com TEA, embora estudos mais recentes sugerissem que mulheres com TEA correm riscos significativamente maiores do que homens com TEA. Assim, pais de meninas adolescentes com TEA geralmente se preocupam com os riscos de exploração sexual porque sentem que seus filhos confiam demais nos outros. A homossexualidade pode aumentar ainda mais esses riscos, assim como é o caso da população em geral.

Os dados sobre a vitimização sexual de adolescentes/jovens adultos com TEA também são escassos. Uma investigação sueca prospectiva relatou que, aos 18 anos, meninas, mas não meninos com TEA, eram significativamente mais propensas a serem sexualmente vitimizadas do que menores sem TEA.

Em um estudo canadense, as taxas de vitimização sexual antes da idade adulta foram semelhantes (55,6 vs. 50%, respectivamente) entre pessoas com e sem TEA. Ainda assim, as chances de agressão sexual por um colega foram 7,3 maiores para aqueles com TEA em comparação com aqueles sem TEA. No mesmo estudo, as taxas de vitimização sexual na idade adulta também foram semelhantes entre os grupos (46,7 vs. 40,5%, respectivamente), embora as pessoas com TEA tenham 3 vezes mais chances de serem agredidas sexualmente por um adulto desconhecido ou serem vítimas de um estupro em comparação com pessoas sem TEA. No entanto, os tamanhos de amostra relativamente baixos nesse estudo impediram comparações entre os sexos.

Outro estudo relatou uma taxa de 40,1% de abuso sexual infantil entre mulheres com traços de TEA, embora nenhum grupo de comparação tenha sido incluído.

No geral, os poucos estudos existentes sobre vitimização sexual de pessoas com TEA sugerem que elas correm maiores riscos do que a população em geral. A possível diferença entre os sexos para esses riscos merece maiores investigações.

Um fator potencialmente importante para a vitimização sexual de pessoas com TEA é o conhecimento sociossexual. Como seria de esperar, melhores capacidades nos domínios social e de comunicação estão associadas a maior bem-estar sexual diádico e maior satisfação sexual, excitabilidade e desejo em adultos com TEA.

A ligação entre o conhecimento sexual e o bem-estar sexual entre pessoas com TEA não é clara. Por um lado, Brown-Lavoie et al. relataram que o conhecimento sexual está significativa e inversamente associado à vitimização sexual. Como ressaltam os autores, déficits de habilidades sociais e falta de conhecimento sexual podem tornar os indivíduos com TEA mais vulneráveis à vitimização sexual. Vale notar, no entanto, que a definição de conhecimento sexual naquele estudo foi limitada a informações fisiológicas e biológicas (ou seja, relacionadas a infecções sexualmente transmissíveis, contracepção e saúde reprodutiva).

Por outro lado, os resultados de uma metanálise (embora baseada em apenas nove estudos) sugeriram que as mulheres com TEA têm melhor compreensão sexual e experiências sexuais mais negativas do que os homens com TEA.

Permanece possível que um conhecimento sociossexual relativamente melhor (por exemplo, entender que dois amantes podem se beijar e se tocar sob certas circunstâncias) em pessoas com TEA aumente seus riscos de serem sexualmente vitimizados. Dado que as habilidades sociais e de comunicação são maiores, em média, em mulheres do que em homens com TEA, esses fatores podem explicar em parte as diferenças de gênero encontradas nos riscos de vitimização sexual.

Outro possível fator de risco para vitimização sexual é a idade no primeiro diagnóstico de TEA. Os dados qualitativos sugerem que as mulheres com TEA diagnosticadas tardiamente (ou seja, com 15 anos ou mais) têm maior chance de serem sexualmente vitimizadas porque são mais propensas a estar em um relacionamento ou a se interessar por sexualidade diádica. Portanto, sexo, conhecimento sexual e idade ao primeiro diagnóstico podem representar fatores significativos para riscos de vitimização sexual em adultos com TEA.

CONCLUSÃO

No geral, quatro dessas investigações de autorrelato sobre sexualidade de adolescentes/jovens adultos com TEA envolveram principalmente meninos e a quinta não fez distinção entre gêneros. São necessários mais dados, especialmente autorrelatados, sobre conhecimentos, desejos e experiências sexuais de adolescentes/jovens adultas com TEA, juntamente com dados comparativos de adolescentes típicos.

A maioria dos participantes expressou o desejo de ter relacionamentos românticos/sexuais. Ainda assim, vale destacar que proporções significativas de adolescentes/jovens adultos com TEA relataram baixo ou nenhum interesse em relações sexuais, tanto entre meninos quanto entre meninas. Esses resultados ilustram a heterogeneidade do grupo e o fato de que algumas pessoas com TEA, pelo menos quando adultos jovens, simplesmente não estão interessadas em comportamentos sociossexuais.

Mesmo as taxas semanais de assistir pornografia e se masturbar foram menores em meninos com TEA neste estudo. Em comparação com os participantes típicos, os adolescentes/jovens adultos com TEA também relataram menos conhecimento e experiência sexual. Por exemplo, proporções mais altas de meninos e meninas com TEA sentiram que tentar ter interesses em comum com outra pessoa ou dar a essa pessoa algo de bom eram boas estratégias para fazer sexo casual com eles. Além disso, menos participantes com TEA tiveram experiência com comportamentos sexuais reais (por exemplo, sexo oral, relação sexual). Esses resultados reforçam a importância de oferecer educação sexual adequada e adaptada a adolescentes/jovens adultos com (e sem) TEA. 

Os adolescentes com TEA recebem menos informações sexuais de seus amigos em comparação com adolescentes típicos. Embora os aspectos biológicos da sexualidade pareçam ser bem compreendidos (por exemplo, contracepção, IST), é necessária educação sociossexual. De fato, a maioria dos participantes deste estudo, com ou sem TEA, desejava aprender mais sobre sexualidade. 

Um segundo ponto, os jovens com TEA com mais conhecimento sexual também estão associados a maior risco de ser sexualmente vitimizado. Portanto, a educação sociossexual deve ir além dos aspectos físicos e biológicos da sexualidade, mas abranger noções como intimidade, autorrespeito, autoestima, consentimento mútuo, compreensão das intenções dos outros e comunicação romântica verbal e não verbal.

O conhecimento sobre relacionamentos amorosos (por exemplo, coisas que compõem um bom relacionamento) e privacidade foi geralmente considerado bom pelos participantes deste estudo, ao contrário do que normalmente é relatado pelos pais ou entre adultos com TEA.

Conclusões semelhantes foram tiradas de dois outros estudos de autorrelato de adolescentes com TEA. Esses resultados podem refletir a influência do uso de autorrelatos (em vez de relatos de pais ou cuidadores), melhores serviços sociais oferecidos aos jovens com TEA atualmente, um melhor acesso à informação pela Internet ou uma combinação desses fatores.

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A Psicóloga Marina Almeida é especialista em Transtorno do Espectro Autista. Realizo psicoterapia online ou presencial para pessoas neurotípicas e neurodiversas.

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