PSICANALISTA PSICODINÂMICA MARINA ALMEIDA

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Quando as pessoas perguntam o que é a psicanálise, elas geralmente querem saber sobre o tratamento. Como terapia, a psicanálise baseia-se na observação de que os indivíduos muitas vezes desconhecem muitos dos fatores que determinam suas emoções e comportamento. Esses fatores inconscientes podem criar infelicidade, às vezes na forma de sintomas reconhecíveis e outras vezes como traços de personalidade perturbadores, dificuldades no trabalho ou nos relacionamentos amorosos, ou perturbações no humor e na autoestima. Como essas forças são inconscientes, o conselho de amigos e familiares, a leitura de livros de autoajuda ou mesmo os esforços mais determinados da vontade, muitas vezes não proporcionam alívio.

O tratamento psicanalítico demonstra como esses fatores inconscientes afetam as relações e padrões de comportamento atuais, remonta-os às suas origens históricas, mostra como eles mudaram e se desenvolveram com o tempo e ajuda o indivíduo a lidar melhor com as realidades da vida adulta.

A análise é uma parceria íntima, no curso da qual o paciente toma consciência das fontes subjacentes de suas dificuldades, não apenas intelectualmente, mas emocionalmente – ao revivê-las com o analista.

Normalmente, o paciente vem uma  ou duas vezes por semana, mas poderá vir quatro ou cinco vezes por semana. Poderá utilizar o divã ou conversar sentado em outra poltrona (face a face). Também poderá ser atendido pelo modelo híbrido de psicoterapia on-line e intercaladas com sessões presencias.

Essas condições criam o ambiente analítico, que permite o surgimento de aspectos da mente que não são acessíveis a outros métodos de observação.

À medida que o paciente fala, os indícios das fontes inconscientes das dificuldades atuais gradualmente começam a aparecer – em certos padrões repetitivos de comportamento, nos assuntos sobre os quais o paciente acha difícil falar, nos modos como o paciente se relaciona com o analista.

O psicanalista ajuda a elucidá-las para o paciente, que refina, corrige, rejeita e acrescenta mais pensamentos e sentimentos. Durante os anos em que ocorre uma análise, o paciente luta com esses insights, examinando-os repetidas vezes com o analista e vivenciando-os no cotidiano, nas fantasias e nos sonhos.

O paciente e psicanalista juntam esforços não apenas para modificar padrões de vida incapacitantes e remover sintomas incapacitantes, mas também para expandir a liberdade de trabalhar e amar.

Por fim, a vida do paciente – seu comportamento, relacionamentos, senso de si – muda de maneira profunda e duradoura.

Embora a psicanálise tenha começado como uma ferramenta para melhorar o sofrimento emocional, não é apenas uma terapia. É, além disso, um método para aprender sobre a mente, e também uma teoria, uma maneira de compreender os processos do funcionamento mental cotidiano normal e os estágios do desenvolvimento normal da infância à velhice.

Além disso, uma vez que a psicanálise procura explicar como a mente humana funciona, ela contribui para insights sobre o que a mente humana produz.

Ao fazê-lo, teve uma profunda influência em muitos aspectos da cultura do século XX.

Como teoria geral do comportamento e da experiência humana individual, as ideias psicanalíticas enriquecem e são enriquecidas pelo estudo das ciências biológicas e sociais, comportamento de grupo, história, filosofia, arte e literatura.

Como teoria do desenvolvimento, a psicanálise contribui para a psicologia infantil, educação, direito e estudos familiares.

Através do exame da complexa relação entre corpo e mente, a psicanálise também promove nossa compreensão do papel das emoções na saúde, bem como na doença médica.

Além disso, o conhecimento psicanalítico é à base de todas as outras abordagens dinâmicas da terapia.

Quaisquer que sejam as modificações, os insights da psicanálise formam os alicerces de grande parte da psicoterapia empregada na prática psiquiátrica geral, na psiquiatria infantil e na maioria das outras terapias individuais, familiares e de grupo.

Entre em contato comigo e agende uma entrevista:

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

CRP 41029-6

INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL

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Atenção: Este site não oferece tratamento ou aconselhamento imediato para pessoas em crise suicida.

Em caso de crise, ligue para 188 (CVV) ou acesse o site www.cvv.org.br.

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