O QUE FAZER SE VOCÊ ACHA QUE É UM AUTISTA OU ASPERGER ADULTO

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Adultos com Autismo ou síndrome de Asperger podem apresentar sintomas como:

  • interações sociais embaraçosas
  • dificuldade em falar com os outros
  • incapacidade de interpretar comportamentos não verbais nos outros

Você também pode praticar comportamentos repetitivos e desenvolver um hiperfoco nas rotinas e regras.

No entanto, adultos com autismo geralmente têm fortes habilidades intelectuais e de vocabulário. Você presta muita atenção aos detalhes e pode se concentrar por longos períodos.

Enquanto a maioria dos indivíduos com síndrome de Asperger ou um Transtorno do Espectro Autista (TEA) será diagnosticado quando crianças, alguns adultos não encontrarão uma solução para seus sintomas até a idade adulta.

Com um diagnóstico da síndrome de Asperger ou Autismo (TEA), você pode encontrar seus direitos, terapias e tratamentos para ajudá-lo a lidar com os desafios que enfrenta e a viver uma vida saudável e produtiva, gratificante e feliz.

O autismo é caracterizado principalmente por desafios sociais e comportamentais, incluindo:

  • diferenças na forma como as pessoas percebem seus ambientes e as pessoas ao seu redor
  • barreiras de comunicação devido à maneira como as pessoas processam e verbalizam as informações
  • a necessidade de manter padrões e rituais rígidos – e às vezes repetitivos, que possam interferir nas interações sociais e na qualidade de vida

Não há duas pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) com exatamente o mesmo conjunto de sintomas.

O TEA é referido como um espectro devido à variedade de seus sinais e sintomas e suas diferenças de gravidade.

Algumas pessoas com TEA apresentam sintomas que dificultam a vida diária. Outros que são considerados de “alto funcionamento” ou chamados de Aspergers podem simplesmente sentir que há algo de “diferente” neles. Eles podem ter se sentido assim desde a infância, mas não foram capazes de identificar exatamente o porquê. Da mesma forma, eles podem não perceber que se sentem ou se comportam de maneira diferente, mas outras pessoas ao seu redor podem perceber que se comportam ou agem de maneira diferente.

Embora o autismo seja diagnosticado com mais frequência em crianças, é possível que adultos com TEA não sejam diagnosticados.

Se você acha que pode estar no espectro do autismo, este artigo explicará alguns dos traços comuns associados ao TEA, bem como as opções de diagnóstico e tratamento.

Você também poderá entrar em contato com a Psicóloga Marina Almeida que é especialista em TEA, por WhatsApp e agendar uma consulta diagnóstica e ou tratamento presencial ou on-line, abaixo do artigo tem as informações.

Sinais de autismo de alto funcionamento em adultos

Na maioria das vezes, sintomas proeminentes de TEA são diagnosticados em crianças pequenas em torno da idade da criança. Se você é um adulto que não foi diagnosticado com autismo, mas acredita que pode ter TEA, pode ser considerado autista de alto funcionamento.

Desafios de comunicação

  • Você tem problemas para ler sugestões sociais.
  • Participar da conversa é difícil.
  • Você tem problemas em se relacionar com os pensamentos ou sentimentos dos outros.
  • Você não consegue ler bem a linguagem corporal e as expressões faciais. (Talvez você não saiba se alguém está satisfeito ou descontente com você.)
  • Você usa padrões de fala simples, monótonos ou robóticos que não comunicam o que está sentindo.
  • Você inventa suas próprias palavras e frases descritivas.
  • É difícil entender as figuras de linguagem e as expressões das frases (como “O madrugador pega a minhoca” ou “Não olhe um cavalo presente na boca”).
  • Você não gosta de olhar nos olhos de alguém quando fala com eles.
  • Você fala nos mesmos padrões e tons, esteja em casa, com amigos ou no trabalho.
  • Você fala muito sobre um ou dois tópicos favoritos.
  • Construir e manter amizades íntimas é difícil.

Dificuldades emocionais e comportamentais

  • Você tem problemas para regular suas emoções e suas respostas a elas.
  • Mudanças nas rotinas e expectativas causam explosões ou colapsos.
  • Quando algo inesperado acontece, você responde com um colapso emocional.
  • Você fica chateado quando suas coisas são movidas ou reorganizadas.
  • Você tem rotinas rígidas, horários e padrões diários que devem ser mantidos, não importa o quê.
  • Você tem comportamentos e rituais repetitivos.
  • Você faz barulhos em lugares onde o silêncio é esperado.

Outros sinais

  • Você se importa profundamente e conhece algumas áreas de interesse específicas (como período histórico, série de livros, cinema, indústria, hobby ou campo de estudo).
  • Você é muito inteligente em uma ou duas áreas acadêmicas desafiadoras, mas tem grande dificuldade em se sair bem em outras.
  • Você experimenta hipersensibilidade ou sensibilidade prejudicial às informações sensoriais (como dor, som, toque ou cheiro).
  • Você se sente desajeitado e tem dificuldade de coordenação.
  • Você prefere trabalhar e se divertir, do que com os outros.
  • Outros o percebem como excêntrico ou acadêmico.

Diagnóstico do autismo em adultos

Atualmente, não há critérios de diagnóstico padrão para adultos com suspeita de TEA, mas eles estão em desenvolvimento.

Enquanto isso, os médicos diagnosticam principalmente adultos com TEA através de uma série de observações e interações presenciais. Eles também levam em consideração quaisquer sintomas que a pessoa relata ter experimentado.

Se você estiver interessado em ser avaliado para TEA, comece com seu médico de família, que avaliará você para ter certeza de que não há uma doença física subjacente responsável por seus comportamentos. O seu médico pode encaminhá-lo a um psiquiatra ou psicólogo para uma avaliação aprofundada.

O clínico deseja conversar com você sobre quaisquer problemas que você tenha em relação à comunicação, emoções, padrões de comportamento, variedade de interesses e muito mais. Você responderá a perguntas sobre sua infância, e seu médico poderá solicitar uma conversa com seus pais ou outros membros mais velhos da família para obter suas perspectivas sobre seus padrões de comportamento ao longo da vida.

Se os critérios de diagnóstico para crianças estiverem sendo usados ​​como referência, seu médico poderá fazer perguntas a seus pais nessa lista, contando com as lembranças de você quando criança para obter mais informações.

A Psicóloga Marina Almeida é especialista em TEA em crianças, jovens e adultos, entre em contato para uma consulta diagnóstica e tratamento presencial ou on-line em plataforma segura.

Se o seu médico determinar que você não apresentou sintomas de TEA na infância, mas começou a apresentar sintomas quando adolescente ou adulto, poderá ser avaliado quanto a outros possíveis problemas de saúde mental ou transtornos afetivos.

Como a maioria dos diagnósticos de autismo é feita em crianças, pode ser um desafio encontrar um profissional que faça o diagnóstico de adultos.

Viver com um diagnóstico de autismo

Receber um diagnóstico de TEA como adulto pode significar uma maior compreensão de si mesmo e de como você se relaciona com o mundo. E isso pode ajudá-lo a aprender a trabalhar melhor com seus pontos fortes e fortalecer áreas desafiadoras da sua vida.

A Psicóloga Marina Almeida é especialista em TEA em crianças, jovens e adultos, entre em contato para uma consulta diagnóstica e tratamento presencial ou on-line em plataforma segura.

Ser diagnosticado pode ajudá-lo a ter uma perspectiva diferente da sua infância. Também pode ajudar as pessoas a sua volta a entender e simpatizar mais com suas características únicas.

Uma melhor compreensão do conjunto de desafios que você enfrenta pode ajudá-lo a encontrar maneiras novas e inventivas de trabalhar com esses desafios ou em torno deles. Você também pode trabalhar com seu médico e sua família para procurar tratamentos adequados para você.

Como é tratado o autismo em adultos?

Geralmente, os adultos não recebem os mesmos tratamentos que as crianças com TEA. Às vezes, adultos com TEA podem ser tratados com Terapia comportamental cognitiva, verbal e aplicada. Com mais frequência, você precisará procurar tratamentos específicos com base nos desafios que está enfrentando (como ansiedade, isolamento social, problemas de relacionamento ou dificuldades no trabalho).

Algumas possibilidades incluem:

  • ver um psiquiatra com experiência em tratamento de autismo para avaliação médica
  • consultar um psicólogo especialista para terapia individual
  • recebendo aconselhamento continuamente
  • obter reabilitação profissional com psicólogo (por dificuldades relacionadas à carreira)
  • tomar medicamentos prescritos pelo psiquiatra para os sintomas como ansiedade, depressão e problemas comportamentais que podem ocorrer ao lado do TEA

Muitos adultos com autismo encontraram apoio através de grupos e fóruns on-line, além de se conectarem pessoalmente com outros adultos no espectro do autismo.

A Psicóloga Marina Almeida é especialista em TEA em crianças, jovens e adultos, entre em contato para uma consulta diagnóstica e tratamento presencial ou on-line em plataforma segura.

Se você for diagnosticado com TEA, é possível procurar tratamentos que ajudem a melhorar sua qualidade de vida e perspectivas. Embora não seja tão comum que adultos sejam diagnosticados com TEA quanto crianças, mais adultos estão pedindo para serem avaliados quanto ao autismo.

À medida que a conscientização sobre TEA continua a crescer e critérios de diagnóstico mais detalhados para adultos são implementados, novos recursos e tratamentos também continuarão disponíveis.

Muito importante considerar:

  • Muitos aspectos do Transtorno do Espectro Autista em homens e mulheres por si só, podem não ser autismo, mas podem ser neuroses, psicoses, esquizofrenia, funcionamento borderline e ou são quadros psiquiátricos/neurológicos, e ou pessoas que nunca fizeram psicoterapia, e ou realizado acompanhamento medicamentoso corretamente.
  • Via de regra, muitas pessoas se identificam que são autistas porque tem alguns indicadores que leram na internet, fizeram em testes de internet, quis etc. Estas pessoas geralmente não são de fato autistas, pois a estrutura de personalidade não está dentro de um fenótipo de TEA e não apresentam dados genéticos que sustentariam o quadro diagnóstico.
  • O autismo é uma condição heterogênea, apresenta-se de forma diferente em cada pessoa
  • As pesquisas mostram que todos nós temos algum tipo de retração e ou defesas autistas ou traços de autismo, mas não é uma pessoa com TEA. Portanto, o autismo é um quebra-cabeça de 100 peças, todos no planeta têm algumas ou algumas peças. Aqueles que têm 60 peças teriam o Fenótipo de Autismo Mais Amplo e aqueles com 80 ou mais peças são diagnosticáveis ou diagnosticados com TEA.
  • O autodiagnóstico não é igual a um diagnóstico formal por profissionais especialistas em autismo. Algumas pessoas que realizam o autodiagnóstico não têm autismo ou síndrome de Asperger e outras sim. Pode haver autodiagnóstico falso positivo.

Fonte: https://www.healthline.com/health/autism-in-adults#summary

Agendamento para consultas: presencial ou consulta on-line (psicoterapia on-line):

WhatsApp (13) 991773793

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

Licenciada pelo Conselho Federal de Psicologia para atendimento de Psicoterapia on-line

CRP 06/41029

INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL

(13) 34663504

Rua Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP

CEP 11310-071

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14 respostas

  1. Oi,meu nome é Lorena,tenho 17 anos e me pergunto se tenho autismo.
    desde nova tenho problemas pra comer e algumas preferências julgadas estranhas por outras pessoas…preferências como certas texturas de comidas me incomodarem oque acabou tornando minha alimentação muito restrita ao ponto da minha menstruação parar,fui em medicos minha vida toda e ninguém sabe me dizer o que acontece comigo,até que fui encaminhada ao psicólogo (público) que não conversou comigo e me encaminhou ao psiquiatra que até hoje não fui; imagino que se perguntem ”se isso te preocupa porque você só não vai lá e come?” eu não consigo,acabo vomitando muito,passo mal de verdade além disso foi a razão de eu ter passado muito tempo em hospitais.
    também tenho problemas pra fazer amizades e dificuldade em notar tons de voz…queria procurar tratamento,alguma coisa que me ajudasse a encarar pelo menos oque preciso pra viver,comer.

    1. Boa tarde, Lorena
      Você deve procurar um centro de referência de atendimento ao autismo em sua cidade, clínica particular ou serviço público, para fazer a avaliação diagnóstica correta.
      O diagnóstico de autismo é de alta complexidade, somente profissionais especializados podem fazer está avaliação.
      Será necessário ser avalidada com psiquiara ou neurologista especialistas em autismo, fazer a avaliação neuropsicológica com psicólogo e depois irão emitir as condutas terapêuticas para seu caso.
      Eu não realizo avaliação neuropsicológica online para menores de 18 anos.
      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
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  2. Estou casada há quase um ano com alguem que apresenta comportamentos diferentes eu percebi logo durante o namoro e tive vontade de permanecer com ele pra somar.. pois ele mora só com uma tia que a criou. Porém essa criação ajudou muito nesse desenvolvimento dificil. A tia parece tambem ter a mesma deficiência e ambos vivem uma convivência tóxica. Me apaixonei e estou tentando tira-lo dessa rotina. Dessa convivência. Ele é comunicativo porém nao sabe manter conversas se torna inadequado e inconveniente muitas vezes até mesmo com quem não conhece. Ele chega num comercio por exemplo vai cumprimentando e conversando coisas totalmente desnecessárias atrapalhando pessoas ocupadas como caixas lotadas de pessoas pra serem atendidas. Aos poucos tenho tentado mostrar pra ele que nao é normal esse tipo de situação. Ele fala sempre as mesmas historias e piadas às vezes totalmente sem graça pra pessoas que nao estao interessadas. Ele não consegue perceber. Ele ama usar as mesmas roupas mesmo o guarda roupa lotado de boas roupas até mesmo que presenteiam a ele. Aos poucos eu reclamando ele está usando o que dei a ele. Se irrita com facilidade com coisas que não tem nada a ver, uma coisa que a gente mude de lugar. Eu gosto de mudanças ao limpar as coisas..
    então, ele tem 58 anos, e através de meu amor e paciência tenho tentado ajuda-lo a entender que ele pode ter esse transtorno. Moro em Fortaleza como posso procurar ajuda pra meu amado esposo?

    1. Boa tarde! Maria
      Indico avaliação de seu marido primeiramente com o Psiquiatra Dr. Lucas Fortaleza. Ele atende em Fortaleza mesmo, pode dizer que foi minha indicação.
      Entre em contato: https://lucasfortaleza.com/

      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
      CRP 41029-6
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      Whatsapp (13) 991773793 ou (13) 34663504
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    1. Boa tarde! Kenya
      Infelizmente não conheço.
      Entre em contato comigo pelo WhatsApp (13) 991773793, que enviarei as informações do atendimento online para Avaliação Neuropsicológica para Autismo em Adultos.

      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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  3. Não xonsigi um bom psiquiatra que não menospreze minha situação. É muito doloroso ver eles dizendo que não é nada sendo que minha terapeuta tem total certeza. Preciso de ajuda com alguma indicado de psiquiatra em sp capital.podem me ajudar?

    1. Boa tarde! Willa
      Indico avaliação com o Psiquiatra Dr. Lucas Fortaleza, especialista em autismo. Ele atende online, pode dizer que foi minha indicação.
      Entre em contato: https://lucasfortaleza.com/

      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
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  4. Bom dia!!!
    O adulto autista encontra uma grande dificuldade para ingresso e permanência no ambiente de trabalho.
    O que existe de institucionalizado onde podemos obter apoio e suporte para esse mister?
    Minha filha até encontra vagas de emprego, mas não permanece…
    Esse é um fator que precisa de acompanhamento, mesmo os autistas de grau mais leve sofrem muito a casa demissão ou não aprovação nos períodos de experiência.
    Aí o trabalho passa a ser mais um motivi de crises e desencadeador de traumas…
    Precisamos de apoio!!! ?

    1. Bom dia! Jayro
      Recomendo que procure uma destas indicações para inclusão de pessoas autistas no mercado de trabalho.

      Benfeitoria Capacitação e Inclusão para pessoas com Autismo:
      https://benfeitoria.com/projeto/autismonotrabalho

      Specialisterne – Buscando talento e projetos na neurodiversidade
      https://specialisternebrasil.com/

      Desejo sucesso para vocês!!
      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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  5. Boa tarde. Tenho 34 anos, porém desde muito jovem tenho dificuldades em socializar, fazer amigos e não gosto de sair, pois não me sinto à vontade onde há multidões, além de nao gostar de barulho. Minha esposa quer sair e sempre tento evitar, prefiro dizer para ela ir se divertir só ou com as amigas e familiares dela. Quando era criança eu era rejeitado pelas outras crianças, que preferiam meu irmão 1 ano mais velho e eu nunca entendia o porque. Nessa fase as pessoas (parentes principalmente) me viam como alguém muito inteligente e criavam expectativas do tipo “você é super dotado e vaineer médico”, colocando expectativas que nao se cumpriram e até hoje há quem me julgue inteligente. Quando conoletei 13 anos e me senti de fato adolescente é que minha vida começou a mudar e me tornei muito tímido (do tipo que literalmente corria das meninas, que vinham flertar comigo ou tirar sarro, por saberem de minha insegurança) e tbm muito isolado, o que hoje se reflete em minha vida adulta. Minha adolescência foi solitária e até ideias auicidas tive. Abandonei minha primeira faculdade (Nutrição) dentre outras razões pela timidez extrema de não suportar fazer seminários e falar em público e só consegui me formar em um curso que fosse semi presencial, com poucas exposições. Acrediro que possa ter um pouco de TEA. Não consigo ser ou ter uma vida normal, pois não consigo interagir com as pessoas, especialmente as da minha faixa etaria ou mais jovens pois me sinto inadequado e acabo sendo formal quamdo nao é necessário e fico estressado se minha rotina é alterada. Apesar do tempo ter passado, isso nunca foi de fato resolvido. Como pode me ajudar?

    1. Boa noite! Adriano
      Indico avaliação com o Psiquiatra Dr. Lucas Fortaleza, especialista em autismo. Ele atende online, pode dizer que foi minha indicação.
      Entre em contato: https://lucasfortaleza.com/
      Após o diagnóstico correto precisa fazer psicoterapia, se dejar infrmarções entre em contto comigo plo WhatsApp 13 991773793.

      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
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  6. Boa noite!
    Recentemente comecei a pensar sobre a possibilidade de ser autista e ao mesmo tempo de não ser. Tenho dificuldade em conversar com pessoas que não estejam diariamente, quase 24 horas juntos, sou péssima em manter uma conversa e por isso sempre sou a que fica em silencio e sai de fininho. Posso dizer que não tenho amigos, além da minha mãe. Muitas vezes não entendo o que é dito entre linhas e acabo sempre levando ao pé da letra, outras vezes analiso as expressões faciais para entender o que realmente está rolando. Crio cenários complexos e divertidos em minha cabeça e até posso imagina-las em minha volta, as vezes me pego dando uma viajada seja em casa, na rua ou no trabalho e perco noção de espaço e tempo. Odeio lugares que tem gente, principalmente lotados, pois atravessam minha camada vital e não suporto o fato de estranhos e pessoas que não sejas as escolhidas me tocarem. No entanto, tem dias que nem minha família e meu cachorro pode me tocar, pois me deixa muito nervosa e ansiosa. Barulho repetitivo, alto, com uma sintonia que não suporto ou repentino me desestabiliza e eu preciso parar para reiniciar. Gosto muito de ficar em meu quarto, só eu e meu pet; amo ficar sentada tentando estudar, mesmo que tenha muita dificuldade em memorizar o que não me atrai ou metodologias onde só um lado participa.

    No entanto, não tenho muita dificuldade na fala, o que acho complicado é não saber como responder ou me portar nos ambientes. Mesmo não gostando e me sentindo muito mal depois de ter contato com outras pessoas eu consigo dar bom dia e sorrir, consigo sentar próximo e tentar enturmar, mesmo que no fim eu acabe só comendo em silencio e sorrindo quando falam algo, ou falo tanto que os outros com certeza não estão gostando, pois quando falo, falo muito. Não tive problema na escola, mesmo não aprendendo quase nada sempre tirei notas boas (eu gosto de estudar). Consigo olhar nos olhos de algumas pessoas, antes eu não conseguia mas agora ficou mais fácil.

    Resumindo, eu observando as pessoas falarem sobre o autismo me deparei, como muitas pessoas, com alguns dos sintomas. Falei com a psicóloga e a mesma não descartou a ideia logo de cara (falar com ela sobre isso me custou muito, estou tendo crise desde ontem). Só como observação, venho fazendo acompanhamento com alguns psicólogos (as) e psiquiatras a quase 2 anos, já disseram que era depressão, ansiedade, bordilaine e transtorno misto, mas nunca dizem algo concreto e isso me deixa nervosa, pois sei que sou infantil e que tenho dificuldade em me adaptar a minha idade. E saber o que está por trás do que esta me fazendo sofre me ajudaria de certa forma… ou não.

    Foi um baita textão, desculpa.
    Outra coisa eu sei entender as expressões faciais e sempre coloco o outro como prioridade, é a única coisa que faço bem.

    1. Bom Dia! Débora
      Fico feliz em tê-la ajudado.
      Recomendo que realize Avaliação Neuropsicológica para diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista.
      Entre em contato comigo pelo whatsapp 13 991773793, que enviarei as informações do atendimento online.
      Muito obrigada pelo seu comentário.
      Um abraço carinhoso e inclusivo.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
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