FATORES ASSOCIADOS AO AUMENTO DA PREVALÊNCIA DE AUTISMO

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Os fatores associados ao aumento da prevalência de autismo – Transtorno do Espectro autista – TEA, são:

  • Um irmão com autismo
  • Um dos pais com autismo
  • Defeitos congênitos associados a malformação e/ou disfunção do sistema nervoso central, incluindo paralisia cerebral
  • Idade gestacional inferior a 35 semanas
  • Idade dos pais acima de 40 anos
  • Psicose do tipo esquizofrenia parental ou transtorno do humor
  • Uso materno de valproato de sódio na gravidez
  • Uma deficiência de aprendizagem ou deficiência intelectual
  • Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade
  • Encefalopatia neonatal ou encefalopatia epiléptica, incluindo espasmos infantis
  • Distúrbios cromossômicos como a síndrome de Down
  • Doenças genéticas como X frágil
  • Distrofia muscular
  • Neurofibromatose
  • Esclerose tuberosa

Se você tem dúvidas sobre o desenvolvimento ou comportamento, mas não tem certeza se os sinais e/ou sintomas sugerem autismo, considere:

Consultar um especialista em Transtorno do Espectro Autista que possa fornecer orientações para ajudá-lo a decidir se é necessário um encaminhamento para avaliação com uma equipe de autismo.

Esteja ciente de que as ferramentas para identificar crianças e jovens com maior probabilidade de autismo podem ser úteis na coleta de informações sobre características que sugerem possível autismo de maneira estruturada, mas não são essenciais e não devem ser usadas para fazer ou descartar um diagnóstico de autismo, sem ter uma avaliação clínica de rastreio do TEA por profissionais especializados.

Uma pontuação positiva nas ferramentas de internet para investigação de Transtorno do Espectro Autista pode identificar uma maior probabilidade de autismo e apoiar a decisão de buscar uma avaliação com especialistas em TEA, mas pode-se considerar a possibilidade de um falso positivo para autismo. Por outro lado, uma pontuação negativa em testes de internet não exclui o autismo.

Ao encaminhar crianças e jovens para a equipe de autismo, inclua na carta de encaminhamento as seguintes informações:

  • Informações relatadas de pais, cuidadores e profissionais sobre sinais e/ou sintomas de preocupação
  • Suas próprias observações dos sinais e/ou sintomas da criança e do jovem: em sala de aula, rendimento pedagógico, interesses, no pátio, em atividades grupais, em Educação Física, alimentando-se, cuidados pessoais, autonomia e independência, linguagem e comportamento.
  • História pré-natal e perinatal
  • Marcos de desenvolvimento
  • Fatores associados a uma prevalência aumentada de autismo
  • História médica e investigações relevantes
  • Informações de avaliações anteriores
  • Explique aos pais ou cuidadores e, se apropriado, à criança ou jovem, o que acontecerá no encaminhamento para a equipe de autismo ou outro serviço

Se você acha que as preocupações não são suficientes para solicitar um encaminhamento, considere um período de espera vigilante. Se você continuar preocupado com o autismo, reconsidere sua decisão de encaminhamento.

Se os pais ou encarregados de educação ou se for o caso, a criança ou jovem, preferirem não ser encaminhados para uma equipe de autismo ou neurologista, considerar um período de espera vigilante. Se você continuar preocupado com o autismo, reconsidere o encaminhamento.

Se uma preocupação foi levantada, mas não há características sugerindo possível autismo ou outras razões para suspeitar de autismo, use o julgamento profissional para decidir o que fazer junto com a equipe escolar.

Após encaminhamento para a equipe de autismo

Quando uma criança ou jovem é encaminhado para a equipe de autismo, pelo menos um membro da equipe de autismo deve considerar se deve realizar:

  • Uma avaliação diagnóstica do autismo e/ou
  • Uma avaliação alternativa.
  • Realizar uma avaliação diagnóstica do autismo se houver regressão na linguagem ou habilidades sociais em uma criança menor de 3 anos.
  • Encaminhe primeiro a um pediatra ou neurologista pediátrico (se isso ainda não aconteceu) crianças ou jovens:
  • Maiores de 3 anos com regressão na linguagem
  • De qualquer idade com regressão nas habilidades motoras
  • O pediatra ou neurologista infantil pode encaminhar para a equipe de autismo, se necessário, solicitando avaliação neuropsicológica completa com psicóloga, avaliação da linguagem com fonoaudióloga, avaliação de transtornos sensoriais com terapeuta ocupacional e avaliação da aprendizagem com psicopedagoga.
  • Ao decidir realizar uma avaliação diagnóstica do autismo, leve em consideração o seguinte (a menos que a criança tenha menos de 3 anos e tenha regressão nas habilidades linguísticas e ou sociais:
  • A gravidade e duração dos sinais e/ou sintomas
  • Até que ponto os sinais e/ou sintomas estão presentes em diferentes ambientes (por exemplo, em casa e na escola)
  • O impacto dos sinais e/ou sintomas na criança ou jovem e na sua família ou cuidador
  • O nível de preocupação dos pais ou cuidadores e, se apropriado, as preocupações da criança ou do jovem
  • Fatores associados a uma prevalência aumentada de autismo
  • A probabilidade de um diagnóstico alternativo que poderá não ser autismo.
  • Solicitar um relatório pedagógico e comportamental da escola, se ainda não tiver sido disponibilizado
  • Reunir qualquer informação adicional de saúde ou assistência social, incluindo resultados de avaliações de audição e visão

A Psicóloga Marina Almeida é especialista em Transtorno do Espectro Autista. Realizo psicoterapia online ou presencial para pessoas típicas e neurodiversas.

Realizo avaliação neuropsicológica online e presencial para diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista em Adultos e TDAH.

Agende uma consulta no WhatsApp (13) 991773793.

Agendamento para consulta presencial ou consulta de psicoterapia on-line:

WhatsApp (13) 991773793

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

Licenciada no E-Psi pelo Conselho Federal de Psicologia para atendimento de Psicoterapia on-line

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