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O eu mudou para um eu cibernético. Como Sherry Turkle enfatizou em seu livro Alone Together (2011), agora estamos perdendo a arte da interação humana. Nossa identidade agora é moldada pela comunicação eletrônica. Espera-se que demos respostas instantâneas sem o benefício de filtrar nossas respostas por meio do processo de reflexão e contemplação. Somos muito influenciados por como queremos que os outros nos vejam, em vez de como nos sentimos genuinamente. Com a ascensão do Facebook e outras mídias sociais, agora temos treinadores de redes sociais que nos dizem para “ser autênticos”. No entanto, esse conselho nos leva a descobrir como podemos parecer autênticos em vez de realmente sermos autênticos. Moldamos nossa imagem por aquilo que pensamos que os outros considerarão autêntico. O resultado final de ser impulsionado por dispositivos eletrônicos é uma forma de relacionamento com o objeto, onde esperamos que os outros nos dêem respostas imediatas e atendam às nossas necessidades narcisistas. Os relacionamentos se tornam mais superficiais. Não concordo, porém, que a lógica do discurso capitalista está reestruturando a subjetividade humana. É muito mais complicado do que isso.

A maioria dos terapeutas tira conclusões precipitadas sobre o que está acontecendo com o paciente. A maioria dessas conclusões deriva de modelos teóricos e conceituais pré-formados que podem ou não se adequar ao paciente. Os terapeutas devem gerar hipóteses sem verbalizá-las enquanto reúnem evidências para apoiar as hipóteses antes de formular uma explicação das fantasias, sintomas ou comportamento do paciente.

O objetivo final da terapia não pode ser respondido de nenhuma maneira genérica. Os objetivos da terapia são um esforço colaborativo no qual terapeuta e paciente, juntos, identificam o que é angustiante para o paciente, o que o paciente gostaria de mudar e o que é realisticamente possível mudar no curso da psicoterapia. Certamente, a busca pela verdade sobre si mesmo é um objetivo abrangente na maioria das psicoterapias psicanaliticas psicdinâmicas, mas pode ter menor ou maior importância dependendo das expectativas do paciente sobre o processo.

Glen O. Gabbard, Presidente de Psicanálise e Professor de Psiquiatria do Baylor College of Medicine em Houston, Texas.

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

Licenciada no E-Psi pelo Conselho Federal de Psicologia para atendimento de Psicoterapia on-line

CRP 06/41029

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