DISCALCULIA E INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

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A palavra discalculia vem do grego (dis, mal) e do latin (calculare, contar) formando: contando mal. Essa palavra calculare vem, por sua vez, de cálculo, que significa o seixo ou um dos contadores em um ábaco.

A discalculia é uma desordem neurológica específica que afeta a habilidade de uma pessoa compreender manipular números

A discalculia é diagnosticada quando o aluno tem uma deficiência específica na leitura, na escrita e na matemática, por apresentarem baixo rendimento escolar, lentidão extrema da velocidade de resolução de questões matemáticas, esperado para seu nível desenvolvimento e escolaridade.

De acordo com o National Joint Committee on Learning Disabilities –NJCLD2 , “Dificuldades de aprendizagem” é um termo genérico que diz respeito a um grupo heterogêneo de desordens manifestadas por problemas significativos na aquisição e uso da capacidades de escutar, falar, ler, escrever, raciocinar e fazer cálculos.

A Discalculia é como uma desordem estrutural da maturação das capacidades matemáticas, sem manifestar, no entanto, uma desordem nas demais funções mentais generalizadas. A criança com discalculia enfrenta uma série de dificuldades na prática de lidar com os números, em que os erros com as operações, a confusão de sinais matemáticos, problemas com orientação espacial, entender palavras, dificuldade em lidar com grandes quantidades entre outras.

Os cientistas procuram ainda compreender as causas da discalculia, e para isso têm investigado em diversos domínios.

  • Neurológico: Discalculia foi associada com as lesões ao supramarginal e os giros angulares na junção entre os lóbulos temporal e parietal do córtex cerebral.
  • Déficits na memória trabalhando: Adams e Hitch discutem que a memória trabalhando é um fator principal na adição mental. Desta base, Geary conduziu um estudo que sugerisse que era um deficit de memória para aqueles que sofreram de discalculia. Entretanto, os problemas trabalhando da memória não confundidos com dificuldades de aprendizagem gerais, assim os resultados de Geary não podem ser específicos ao discalculia mas podem refletir um déficit de aprendizagem maiores.

Pesquisas feitas por estudiosos de matemática mostraram aumento da atividade de EEG no hemisfério direito durante o processo de cálculo algorítmico. Há alguma evidência de déficits direitos do hemisfério na discalculia.

Outras causas podem ser:

  • Memória a curto prazo que está sendo perturbada ou reduzida, fazendo-a difícil de recordar cálculos.
  • Desordem congênita ou hereditária. As indicações da mostra dos estudos desta, mas não são ainda concretos.
  • Uma combinação destes fatores.

 Quais os sintomas da discalculia?

O aluno com discalculia pode ser capaz de entender conceitos matemáticos de um modo bem concreto, uma vez que o pensamento lógico está intacto, porém tem extrema dificuldade em trabalhar com números e símbolos matemáticos, fórmulas, e enunciados. Ele é capaz de compreender a matemática representada simbolicamente (10 + 3= 13), mas é incapaz de resolver o problema: “Maria tem dez balas e João tem três. Quantas balas eles tem no total?”

  • Dificuldades freqüentes com os números, confundindo as operações de adição, subtração, multiplicação e divisão.
  • Problemas de diferenciar entre esquerdo e direito.
  • Falta de senso de direção (para o norte, sul, leste, e oeste) e pode também ter dificuldade com um compasso.
  • A inabilidade de dizer qual de dois números é o maior.
  • Dificuldade com tabelas de tempo, cálculo mental, etc.
  • Melhor nos assuntos tais como a ciência e a geometria, que requerem a lógica mais que as fórmulas, até que um nível mais elevado que requer cálculos seja necessário.
  • Dificuldade com tempo conceitual e julgar a passagem do tempo.
  • Dificuldade com tarefas diárias como verificar a mudança e ler relógios analógicos.
  • A inabilidade de compreender o planejamento financeiro ou incluir no orçamento, nivelar às vezes em um nível básico, por exemplo, estimar o custo dos artigos em uma cesta de compras.
  • Tendo a dificuldade mental de estimar a medida de um objeto ou de uma distância (por exemplo, se algo está afastado 10 ou 20 metros).
  • Inabilidade de apreender e recordar conceitos matemáticos, regras, fórmulas, e sequências matemáticas.
  • Dificuldade de manter a contagem durante jogos.
  • Dificuldade nas atividades que requerem processamento de sequências, do exame (tal como etapas de dança) ao sumário (leitura, escrita e coisas sinalizar na ordem direita). Pode ter o problema mesmo com uma calculadora devido às dificuldades no processo da alimentação nas variáveis.
  • A circunstância pode conduzir em casos extremos a uma fobia da matemática e de dispositivos matemáticos (por exemplo números).

Quais são os tipos e graus de discalculia?

Temos seis subtipos, podendo ocorrer em combinações diferentes e com outros transtornos:

1.Discalculia Verbal – dificuldade para nomear as quantidades matemáticas, os números, os termos, os símbolos e as relações.

2.Discalculia Practognóstica – dificuldade para enumerar, comparar e manipular objetos reais ou em imagens matematicamente.

3.Discalculia Léxica – Dificuldades na leitura de símbolos matemáticos.

4.Discalculia Gráfica – Dificuldades na escrita de símbolos matemáticos.

5.Discalculia Ideognóstica – Dificuldades em fazer operações mentais e na compreensão de conceitos matemáticos.

6.Discalculia Operacional – Dificuldades na execução de operações e cálculos numéricos.

Dependendo do grau de imaturidade neurológica da criança, a discalculia pode

ser considerada em distintos graus:

Leve – reagem favoravelmente à intervenção psicopedagógica.

Médio – configura o quadro da maioria dos alunos que apresentam dificuldades específicas em matemáticas.

Limite – quando apresenta lesão neurológica, gerando algum déficit intelectual.

Quais os comprometimentos?

  • Visualizar conjuntos de objetos dentro de um conjunto maior;
  • Conservar a quantidade: não compreendem que 1 quilo é igual a quatro pacotes de 250 gramas.
  • Sequenciar números: o que vem antes dos 11 e depois dos 15 – antecessor e sucessor.
  • Classificar números.
  • Compreender os sinais +, – , ÷, ×.
  • Montar operações.
  • Entender os princípios de medida.
  • Lembrar as sequências dos passos para realizar as operações matemáticas.
  • Estabelecer correspondência um a um: não relaciona o número de alunos de uma sala à quantidade de carteiras.
  • Contar através dos cardinais e ordinais.

Os processos cognitivos envolvidos na discalculia são:

  1. Dificuldade na memória de trabalho;
  2. Dificuldade de memória em tarefas não-verbais;
  3. Dificuldade na soletração de não-palavras (tarefas de escrita);
  4. Não há problemas fonológicos;
  5. Dificuldade na memória de trabalho que implica contagem;
  6. Dificuldade nas habilidades viso-espaciais;
  7. Dificuldade nas habilidades psicomotoras e perceptivo-táteis.

Os requisitos necessários para o aprendizado de matemática e as dificuldades causadas pela discalculia:

  • Ter compreensão dos conceitos de igual e diferente, curto e longo, grande e pequeno, menos que e mais que. Classificar objetos pelo tamanho, cor e forma.
  • Reconhecer números de 0 a 9 e contar até 10.
  • Nomear formas.
  • Reproduzir formas e figuras.
  • Problemas em nomear quantidades matemáticas, números, termos, símbolos.
  • Insucesso ao enumerar, comparar, manipular objetos reais ou em imagens 6 a 12 anos.
  • Agrupar objetos de 10 em 10.
  • Ler e escrever de 0 a 99.
  • Nomear o valor do dinheiro.
  • Dizer a hora.
  • Realizar operações matemáticas como soma e subtração.
  • Começar a usar mapas.
  • Compreender metades, quartas partes e números ordinais.
  • Leitura e escrita incorreta dos símbolos matemáticos 12 a 16 anos.
  • Capacidade para usar números na vida cotidiana.
  • Uso de calculadoras.
  • Leitura de quadros, gráficos e mapas.
  • Entendimento do conceito de probabilidade.
  • Desenvolvimento de problemas.
  • Falta de compreensão dos conceitos matemáticos.
  • Dificuldade na execução mental e concreta de cálculos numéricos.

Alunos que apresentam os sintomas de discalculia podem frequentar normalmente as salas de aula, pois, esse distúrbio tem um tratamento específico acompanhado por uma equipe de especialistas que tentar minimizar os efeitos dessa dificuldade em manipular os números.

O diagnóstico do aluno com discalculia pode ser notado já na pré-escola, quando ainda estar aparecendo alguns sinais do distúrbio, quando a criança apresenta dificuldade em responder às relações matemáticas, tais como: igual e diferente, maior menor. Mas ainda é cedo para um diagnóstico preciso. É só a partir dos sete ou oito anos, com a introdução dos símbolos específicos da matemática e das operações básicas, que os sintomas se tornam mais visíveis.

É importante chegar a um diagnóstico o mais rapidamente para iniciar as intervenções adequadas. O diagnóstico deve ser feito por uma equipe multidisciplinar – Neurologista, Psicopedagogo, Fonoaudiólogo, Psicólogo – para um encaminhamento correto.

Não devemos ignorar que a participação da família e da escola é fundamental no reconhecimento dos sinais de dificuldades.

Deve-se ter muito cuidado ao fazer um pré-diagnostico de uma criança com suspeita de discalculia, pois podemos estar cometendo um erro muito serio, bem como estar rotulando essa criança a um distúrbio que ela não tem, condenando um aluno para o resto de sua vida.

Um fator muito importante é fazer a eliminação de suspeita de outros distúrbios tais como: acalculia é a total falta de habilidade para desenvolver qualquer tarefa matemática, que geralmente indica um dano cerebral. Esse problema afeta a criança a aprender os princípios básicos da contagem.

Intervenções Psicopedagógicas

O tratamento é efeito de forma minuciosa, em que o Psicopedagogo é o protagonista dessa longa e árdua caminhada. A participação de outros profissionais é vista como uma valiosa participação tornando os trabalhos muito mais significativos. Entre eles o acompanhamento de neurologista, de um psicólogo, de um terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo e a família. O paciente deve estar inteiramente disposto a aceitar o problema e o seu tratamento que dispõe de muitos custos.

Idealmente, os transtornos de aprendizagem devem ser tratados a partir de um conceito multidisciplinar, biopsicossocial. A avaliação deve ser abrangente e considerar todos os possíveis fatores que possam estar contribuindo para o problema. O cerne do atendimento é psicopedagógico, mas outros profissionais podem contribuir de forma significativa.

O médico neurologista, por exemplo, pode excluir e/ou tratar fatores agravantes, tais como transtornos de ansiedade, depressão hiperatividade, epilepsia etc.

A intervenção psicológica desempenham um papel importante no diagnóstico do potencial intelectual, perfil neuropsicológico bem como diagnóstico e tratamento de fatores motivacionais e afetivos correlatos, como a baixa autoestima, depressão, insegurança, baixa resistência a frustração.

Outros profissionais, como fonoaudiólogas e terapeutas ocupacionais podem contribuir significativamente no atendimento de dificuldades da linguagem e/ou da coordenação motora, atenção etc. O ideal é que o plano de tratamento seja formulado de forma colaborativa entre a criança, os pais, as educadoras e os demais profissionais.

Uma Avaliação Neuropsicológica permite reconhecer os pontos fortes e fracos das crianças contribuindo para o planejamento das estratégias mais eficazes de intervenção.

O tratamento deve focalizar os níveis orgânicos, educacionais e psicológicos. Apesar de o tratamento ser multidisciplinar, nem todas as intervenções devem ser realizas simultaneamente. O tratamento é implementado em longo prazo e envolve um custo enorme em termos de recursos de trabalho e tempo, emocionais, financeiros etc.

Devem ser estabelecidas prioridades, de comum acordo entre os envolvidos. Nenhum tratamento será eficaz se não for aceito pelo cliente principal que é a criança. É preciso considerar também e fazer bom uso dos recursos disponíveis na comunidade.

Pode-se perceber que o tratamento da discalculia é composto por profissionais tanto na área educacional e também de profissionais da área da saúde. Assim, é notória a gravidade e a importância de se conhecer e saber lidar com a discalculia que é cada vez mais presente e cada vez menos difundida.

A ansiedade e a depressão podem estar presentes nos transtornos de aprendizagem, sempre se deve avaliar a importância desses componentes no agravamento dos problemas com a matemática.

O prognóstico dos alunos com discalculia depende de variáveis tais como: severidade do transtorno, grau de deficiência da criança na execução de provas neuropsicológicas, prontidão para iniciar o tratamento e a cooperação dos pais como coadjuvantes do tratamento.

Quando as crianças com discalculia não recebem tratamento de intervenção Psicopedagógica e Psicológica acabam apresentando vários comprometimentos em seu desenvolvimento:

1) contribui para a redução da escolarização profissional e da qualificação profissional;

2) afeta o bem-estar do indivíduo e da família, causando estresse, desmoralizando a criança, diminuído sua auto-estima, a motivação para o estudo e podendo ser um fator contributório para formas de transtornos mentais;

3) a frustração associada às dificuldades crônicas de aprendizagem associa-se ao surgimento de comportamentos desadaptativos do tipo desobediência, agressividade e comportamentos anti-sociais.

De um modo geral, a educação matemática insuficiente compromete o funcionamento do indivíduo na vida cotidiana e social, sendo um dos principais fatores associados com desemprego e renda inferior.

Quanto mais precoce for o diagnóstico, o professor juntamente com a equipe multidisciplinar poderá atuar como minimizadores dos sintomas que a discalculia manifesta.

Sendo assim, a criança com discalculia passa a ter um novo desenvolvimento nas suas práticas educacionais, com menos dificuldades, com um maior desempenho escolar, conforto e acima de tudo proporcionar uma vida cada vez mais próxima da normalidade.

Não se pode apenas pensar em diagnosticar a criança, deve-se também analisar qual é o melhor tratamento e esse deve ser feito de forma sistemática com uma equipe multidisciplinar preparada com total apoio, confiança e com qualificação profissional.

Aqui no Instituto Inclusão Brasil – Consultório de Psicologia, Psicopedagogia e Psicanálise atendemos crianças com discalculia.

Entre em contato comigo e agende uma entrevista:

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

CRP 41029-6

INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL

Whatsapp (13) 991773793 ou (13) 34663504

Rua Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP

CEP 11310-071

marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br

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14 respostas

  1. Parabéns, gostaria de receber provas de como diagnisticamos alguém com discalculia.

    Parabéns por o material.

    Elbes Adriano

    1. Olá! Elbes
      Você poderá adquirir baterias de testes psicopedagógicos e ou psicológicos autorizados, através das editoras Casa do Psicólogo, Editora Vetor, etc.
      Eu não posso enviar baterias e ou testes, visto resguardar e respeitar o código de ética profissional.
      Muito obrigada, pelo comentário.
      Att.

    2. Olá! Elbes
      Você poderá adquirir baterias de testes psicopedagógicos e ou psicológicos autorizados, através das editoras Casa do Psicólogo, Editora Vetor, etc.
      Eu não posso enviar baterias e ou testes, visto resguardar e respeitar o código de ética profissional.
      Muito obrigada, pelo comentário.
      Att.Olá! Elbes

  2. Bom dia.
    Percebi que minha filha desde os 8 anos apresentava troca de letras, não concluía as palavras, antecipava as palavras durante a leitura (casarão ela lia casamento) tinha muita dificuldade com cálculos. Comentei na escola e com uma Pedagoga que disseram que era imaturidade e com o tempo melhoraria. Acompanhei-a sempre de perto e depois de um tempo, sem melhoras levei-a um Neurologista que encaminhou a um Fonoaudiologista. A Fono fez uns testes e concluiu que nada havia de errado e sim que eu era muito ansiosa. Próximo dos 15 anos depois de muito insistir e de um Neuropsicopedagoga pedir um teste audiométrico concluiu que ela apresenta um desvio de leitura, disgrafia e discalculia. Hoje com 17 anos, ela foi reprovada mais uma vez. Ira cursar o 9º ano. Na escola publica somente no noturno e isto eu não quero. O que posso fazer para matricula-la durante o dia em uma escola publica. Se for mante-la em escolas particulares como deverá ser a abordagem da escola nos momento de avaliações? Quais são os direitos que ela tem de ser vista de forma diferente sem ser discriminada? Tenho muito medo de que ela venha a desistir de estudar. Como trabalhar com uma adolescente de 17 anos com este problema?

    1. Boa tarde, Maria
      No caso de sua filha ela precisa de acompanhamento com a Neuropsicóloga e ou psicopedagoga que deverá emitir um laudo.
      Aqui no site tem tudo sobre os direitos das pessoas com Dislexia.
      Entre no Site da Associação Brasileira de Dislexia, lá vc também irá encontrar muitas informações.
      Procure a Secretaria de Educação com o laudo e ou Diretoria de Ensino para providenciarem as medidas possíveis.
      Vc também pode procurar a Promotoria Pública no fórum.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
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    1. Bom dia!
      Muito obrigada, pelos comentários!!!
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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    2. Bom dia!
      Muito obrigada, Edinolia pelos comentários!!!
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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  3. Bom dia! Sou Neuropsicopedagoga, Psicopedagoga clínica e institucional e Pedagoga. Também sou Gestora da educação pública e tenho um núcleo de reforço escolar para educação inclusiva. Há tempos eu não encontrava um material tão rico como este. Tenho utilizado em meus relatórios clínicos e tem sido muito favorável em minhas conclusões. Palavras claras, frases precisas, e a excelência do conteúdo. Parabéns à equipe e aos autores desse material incrível.

    1. Bom dia!
      Muito obrigada, Rivonice pelos comentários!!!
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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  4. Bom dia!
    Parabéns pelo excelente material, pois faço psicopedagogia e usei como material de apoio e pesquisa. O texto é objetivo, direto e explicativo. Obrigada!

    1. Bom dia!
      Muito Obrigada!
      Att.
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  5. Olá,
    Sou Pedagoga, Psicopedagoga e Especialista em Desenvolvimento Educacional Infantil.
    No momento estou recebendo em meu consultório uma paciente ADULTA, com queixa de dislexia pedindo minha ajuda.
    Confesso que no tocante ao atendimento tenho algumas dúvidas.: Como lidar com discalculia em pacientes adultos.
    Vocês teriam algum artigo que poderia me ajudar?
    Desde já agradeço

    1. Bom dia, Eliana!
      Recomendo o meu Ebook Dislexia e Discalculia Intervenções Psicológicas e Psicopedagógicas.
      Um abraço carinhoso!
      Att.
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