DUPLA  EXCEPCIONALIDADE – PSICODIAGNÓSTICO

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Dupla excepcionalidade refere-se quando uma pessoa apresenta dois tipos de funcionamento concomitantes, que pode ser alguma forma de deficiência, alterações comportamentais ou dificuldades de aprendizagem na escola.

Esta não é uma situação incomum, e estima-se que até 1 em cada 10 crianças com Altas Habilidade e ou Superdotadas pode ter algum tipo de deficiência (TEA- Transtorno do Espectro Autista – síndrome de Asperger ou Autista com Alto Funcionamento) ou dificuldade de aprendizado (TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, Dislexia, Discalculia). Por exemplo, algumas crianças com Dislexia, TDAH podem frequentemente ter uma capacidade intelectual acima da média.

A dupla excepcionalidade pode dificultar a identificação de Altas Habilidades e Superdotação em crianças pequenas e jovens, pois o comportamento é misto e confuso, ora parece um funcionamento de uma inteligência acima da média ora apresenta problemas no comportamento, na aprendizagem.

As crianças ou  jovens com dupla excepcionalidade poderão apresentar estados de depressão e isolamento, mudanças no humor e ansiedade, comportamentos disruptivos, tédio e não desejarem ir a escola. Fazendo um ciclo de sofrimento psíquico, alterações comportamentais por não serem compreendidas pela família, pelas pessoas a sua volta e ou muito menos no ambiente escolar.

Os pais e professores não conseguem saber o que está acontecendo com a pessoa, cada um acha uma possibilidade. Muitos profissionais da saúde também não reconhecem a dupla excepcionalidade e podem fazer apenas um diagnóstico parcial, não compreendendo o caso por falta de conhecimento e experiência.

Muitas vezes a Superdotação de uma pessoa quer seja criança ou jovem pode compensar sua deficiência ou dificuldade de aprendizado camuflando os aspectos frágeis e, portanto, mascarar a deficiência dificultando o diagnóstico correto.

Somente um profissional experiente poderá fazer uma avaliação psicodiagnóstica para identificar o quadro como um todo.

Avaliação psicodiagnóstica é o caminho correto a se fazer, com profissional especialista em Educação Inclusiva e em Neuropsicologia por exemplo, pois é essencial saber as competências e habilidades e as áreas que a criança apresenta déficits e fragilidades. Desta forma a criança ou jovem poderá receber o apoio psicológico e escolar de que necessita para o desenvolvimento do seu potencial.

Aqui no Instituto Inclusão Brasil, a Psicóloga e Neuropsicóloga Marina Almeida, realiza esta avaliação psicodiagóstica para dupla excepcionalidade, visto ter 32 anos de experiência na área da Psicologia Clínica e Escolar, Educação Inclusiva, Psicopedagogia e Pedagogia Especializada.

Embora deficiências físicas ou sensoriais, como paralisia cerebral ou cegueira, sejam aparentes, outras como deficiências sutis de audição ou visão, ou dificuldades específicas de aprendizado ou processamento auditivo são mais difíceis de detectar e, particularmente, em uma criança superdotada.

Indicadores possíveis para dupla excepcionalidade incluem:

  • Discrepâncias nas habilidades e competências, como uma criança que exibe níveis avançados de raciocínio, mas que se esforça para ler ou escrever na escola ou não sabe se vestir direito;
  • Uma criança que parece frustrada com seu próprio desempenho em tarefas acadêmicas ou sente-se entediada na escola;
  • Falta de confiança em si mesma evitando certas tarefas, juntamente com sinais de capacidade avançada em outras áreas;
  • Facilidade em compreender conceitos abstratos, simbolização e generalização de conceitos, palavras;
  • Facilidade precoce em aprender uma segunda língua, por exemplo, o inglês;
  • Geralmente apresentam facilidade em aprender conteúdos e ou pesquisas sozinhos.
  • Discrepâncias significativas nos escores dos subtestes nos testes de QI;
  • Alterações comportamentais, hiperatividade, ansiedade, modificação no humor;
  • Comportamentos estereotipados, linguagem prosódica, interesses restritos;
  • Precocidade intelectual a partir dos 2 anos;
  • Comportamentos de liderança, preocupações com o mundo;
  • Dificuldades nas habilidades sociais, geralmente preferem crianças e jovens mais velhos ou pessoas adultas;

A dupla excepcionalidade geralmente não se torna um problema para crianças e famílias até que uma criança inicie a escola.

No entanto, muitas vezes há sinais nos anos pré-escolares e as vezes sinais precoces com 1 ano e meio 2 anos. Por exemplo, interesses, por números, letras, jogos mais complexos, quebra-cabeças, importam-se com natureza ou animais, planetas ou sistema solar, desenhos elaborados, leitura; etc.

A avaliação com testes intelectuais para crianças só podem ser feitos a partir dos 6 anos, visto não existirem baterias de inteligência para avaliar antes desta faixa etária. Mas poderemos fazer o psicodiagnóstico com os marcadores e indicadores de precocidade intelectual e superdotação, avaliando através da Teoria dos Três Anéis, Inteligências Múltiplas e Inteligência Emocional.

É importante tentar identificar a dupla excepcionalidade o mais cedo possível, de preferência antes do período de transição para a escola por volta dos 5 a 7 anos.

Isso ajudará a evitar que a criança tenha frustração, sofrimento, alterações comportamentais e uma sensação de fracasso em suas primeiras experiências de educação formal, e ajuda a apoiar seu conceito positivo de si mesmo como um aprendiz e trabalhar suas habilidades sociais e grupais.

Fonte: https://www.education.vic.gov.au/childhood/professionals/learning/Pages/idgiftedchildren.aspx#link49

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Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

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