DIAGNÓSTICO DE ALTAS HABILIDADES E SUPERDOTAÇÃO

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Aqui no Consultório de Psicologia, Psicopedagogia e Psicanálise – INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL, realizo avaliação psicodiagnóstica para crianças e adolescentes com suspeita de  ALTAS HABILIDADE E SUPERDOTAÇÃO.

O com enfoque é baseado nas competências e habilidades das crianças e jovens, ofereço não só psicoterapia, mas orientação aos pais e consultoria a escola.
Temos encontrado em nossa clínica, alguns casos de crianças com altas habilidades e superdotação, com diagnósticos incorretos fazendo-os sofrer e o pior, sendo rotulados e ou diagnosticado de crianças-problemas, com deficiência intelectual, com deficit de atenção concentração, com hiperatividade, com problemas de conduta, com síndrome de Asperger, e ou tomando medicações psiquiátricas.
Descrevo abaixo um relato de um caso feito por uma mãe.
Em março, quando fiz a primeira avaliação psicológica de meu filho, tudo o que sabia a respeito de superdotação era o que havia visto em programas de televisão que mostravam crianças falando sobre países, pianistas geniais muito precoces, sabiam ler e escrever com 3 anos de idade, o que realmente me impressionava. Porém meu filho não se assemelhava com este contexto, muito pelo contrário há alguns anos já estava apresentado problemas na escola e dificuldades de aprendizagem.
Agora com 12 anos a escola atual deu um cheque-mate e pediu uma avaliação completa, fonoaudióloga, psicóloga, neurologista, etc.. Deixou claro que a escola não tinha nenhum problema e sim meu filho ou o ambiente familiar poderiam estar levando a meu filho a apresentar tantas dificuldades.
Aos 7 anos fez tratamento psicológico por 2 anos e a psicóloga falava que por ele ser filho único ele era mimado e as vezes acomodado, por isso tinha dificuldades de aguentar qualquer frustração e ter contato com amiguinhos de sua idade. Disse que seria passageiro os sintomas, visto que ele era apenas imaturo para idade. Passado 2 anos resolvemos tirá-lo da terapia porque não tínhamos resultados.
Começamos a via sacra. Cada profissional falava uma coisa diferente e ninguém chegava a uma causa específica ou diagnóstico das queixas apresentadas pelo meu filho, que eram exatamente, dispersão, sempre se queixando das escolas que passava. Já tínhamos mudado meu filho em 3 escolas e nada resolvia.
No inicio tudo novo e depois as queixas apreciam novamente! Só queria se relacionar com adultos ou crianças mais velhas, parecia perdido em devaneios, isolava-se com frequência, seus desenhos eram estranhos e as vezes tinha atitudes infantis sem sentido.
Muitas vezes apresentava agressividade e confronto com os profissionais da escola em outros momentos isolava-se e negava-se a fazer qualquer coisa, tudo era chato, desmotivante, parecia deprimido e triste. Portanto, a expectativa da nova avaliação psicológica era encontrar um problema, encontrar o algo “errado” que acontecia com meu filho.
A devolutiva da avaliação psicológica veio com o diagnóstico de meu filho ter altas habilidades e ou superdotação foi recebida em meio aos mitos que me povoavam. De início a minha indagação era: “mas meu filho não faz nada de extraordinário, como pode ser superdotado?” .
O acompanhamento com a psicóloga com meu filho, recebendo apoio através de orientações de Pais e visitas a escola mudou a vida de meu filho.
O encontro com outros pais, inicialmente no mundo virtual, me fez aos poucos ir desconstruindo os mitos, as ideias errôneas e mesmo ver a superdotação como um problema, o que ela não é.
Foram muitas as angústias que enfrentei antes de saber o motivo de uma criança que adora escola ficar tão desanimada, a ponto mesmo de ficar triste.
Buscar informação, conhecimento, trocas de experiências com outros pais, ajuda profissional é sem dúvida contribuir para o desenvolvimento saudável de uma criança superdotada.  
Hoje meu filho está muito bem na escola, tem amigos, está feliz e realizando muitas atividades fora da escola também. suas queixas pararam e seu comportamento está ótimo.
Descobrimos vários interesses que ele foi apresentado após as terapias que continuam até hoje, que até então não se tinha observado pelo intenso sofrimento psíquico, e diria quase a beira de uma depressão que ele estava sendo mergulhado por falta de ser compreendido.
Espero que este relato ajude outros pais e crianças superdotatadas e talentosas que se encontram em sofrimento e funcionando com se fossem crianças patológicas e na realidade só não estão sendo respeitadas no que precisam. 
Esta publicação do LIVRO UM OLHAR PARA AS ALTAS HABILIDADES, tem como objetivo oferecer informações, exemplos, dúvidas e sugestões sobre como implantar atividades para a identificação e o atendimento de alunos com altas habilidades, considerando as especificidades do Estado de São Paulo, e o tamanho de sua rede pública estadual.
Ela é o resultado do trabalho de capacitação desenvolvido no CAPE, a partir de uma posição deliberada com relação à sistemática de implantação do atendimento às Pessoas com Altas Habilidades (PAH) no Estado de São Paulo.
Essa posição vem obedecendo à opção por capacitar, inicialmente, os profissionais das muitas Diretorias do Estado, no sentido de multiplicar, em suas regiões, as ações necessárias à identificação e ao atendimento, nas próprias comunidades, dos alunos com altas habilidades.
Essa decisão permitiu dar a partida a um processo que vem indicando direcionamentos posteriores, que levam em conta as dimensões do estado e a variedade de comunidades a serem atendidas, favorecendo a formação continuada do professor.
LIVRO UM OLHAR PARA AS ALTAS HABILIDADES
Acesse o conteúdo do livro na íntegra
http://cape.edunet.sp.gov.br/cape_arquivos/Um_Olhar_Para_As_Altas_habilidades.pdf

Entre em contato comigo e agende uma entrevista:

Marina S. R. Almeida

Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar

Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista

CRP 41029-6

INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL

Whatsapp (13) 991773793 ou (13) 34663504

Rua Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP

CEP 11310-071

marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br

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A Coleção Escola Inclusiva aborda vários temas da educação, elucidando as dúvidas mais frequentes dos professores, profissionais e pais relativas à Educação Inclusiva.

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27 respostas

  1. Bom dia.
    Meu nome é Giseli, tenho 34 anos, sou cristã e estou cursando o quarto semestre de Pedagogia.
    Tenho um filho de 7 anos e 10 meses. Esta alfabetizado e letrado, com um bom desenvolvimento na área de matemática também, mas, apesar desse quadro positivo, estou passando por um período muito contubardo no quesito comportamento, tanto na escola quanto em casa. Ele é uma criança que fala muito, agitado, e ae dispersa com facilidade no meio de qualquer atividade que esteja fazendo. Tem baixa aceitação à críticas e frustrações, chegando a momentos de usar a violência, as vezes, raramente, com ele mesmo. Tenho consciência que ele é uma criança muito inteligente, mas vejo uma instabilidade muito grande no emocional dele. Sou uma mãe rigorosa, pois ele é filho único, primeiro neto e sobrinho dos dois lados da família. Á alguns meses tem tido a impressão que a escola não esta sabendo lidar com o comportamento dele. Sei que a sua formação social é responsabilidade da família, mas preciso da ajuda da instituí Escola, pois ele passa metade do seu dia em contato com as pessoas, no geral, dentro da escola.
    Moramos na cidade de Sumaré/SP, próximo a Campinas. Marquei uma conversa para sexta feira, dia 07/04/17, com a diretora do Cirase – Centro Integrado de Recurso de Aprendizagem e Saúde Escolar, aqui na cidade, mas gostaria de receber qualquer informação referente a este assunto de altas habilidades, para que eu como, primeiramente, mãe e depiisu, como futura professora, possa ajudar o meu filho a se desenvolver e socializar com a sociedade!

    Desde já, agradeço a atenção dispensada!

    Um abraço.

    1. Prezada, Giseli

      Prazer em ajudá-la, contudo não sabemos de fato comprovado que se seu filho contemple o perfil de Altas Habilidades e Superdotação, precisaria fazer uma avaliação diagnóstica, mesmo porque ele tem alterações comportamentais significativas que precisam ser cuidadas e tratadas em primeiro lugar, visto que é um indicador de sofrimento psíquico que requer investigação. Muito mais do que ser professora de seu filho, foque a atenção como mãe de uma criança que solicita de ajuda emocional. Oriento que procure um profissional psicólogo(a) em Sumaré para fazer uma avaliação psicodiagnóstica em seu filho, só então será possível uma orientação pontual do caso descrito. Caso precise de outras informações entre em contato pelo meu email: contato@institutoinclusaobrasil.com.br

      Att. Marina Almeida

    2. Boa tarde, Fabíola
      Primeiramente precisamos ter um diagnóstico realizado por um profissional psicólogo para saber de fato se sua filha tem altas habilidades e superdotação. Você poderá tentar a Associação Brasileira de Altas Habilidades e Superdotação o site é este: http://apahsd.org.br/. Eles também poderão fazer a avaliação ou indicar profissionais perto de sua região. Sua filha precisa de fato psicoterapia e vocês como pais orientação de profissionais. Também poderão tentar Universidades e ou Faculdades de Psicologia em sua região, poderão tentar ajuda nas clinicas da Universidade de Psicologia, isso ajudaria o desenvolvimento dela. Não há como eu fazer orientações sem conhecer o caso de sua filha, seria uma postura anti-ética e irresponsável. Fico a disposição.

  2. Boa tarde.
    Tenho uma filha com oito anos, nossa primeira filha.
    Ela nasceu em um ambiente normal, uma família comum, somos pais trabalhadores e muito amorosos.
    Com um ano e meio de idade, começamos a observar que o desenvolvimento dela era de certa forma diferente das crianças da mesma idade. Ela respondia a comandos complexos, mostrava sinais de compreensão elevado, falava com um vocabulário muito rico e reconhecia TODAS as formas, cores (inclusive nuances, como claro, escuro, transparente…), sinais gráficos, e outros.
    Aos dois anos, ela lia e escrevia palavras curtas e frases simples, como “eu vou”, “eu te amo”. Aos dois anos e meio ela lia textos completos, identificando pontuação, além de escrever e soletrar qualquer palavra que disséssemos. Ela não sabia apenas copiava, ela interpretava claramente a mensagem escrita.
    Falar com ela se tornou um desafio, pois os questionamentos caíam em nosso colo como granadas! Era persuasiva, inquisitiva, curiosa e extremamente antenada nos acontecimentos ao seu redor.
    Sem muito apoio do sistema de saúde (sus), nós procuramos estudar por conta própria sobre como lidar com ela, como nos comunicar, como explicar que ela era diferente de uma forma que não parecesse pejorativa ou menosprezando as outras crianças.
    Ao ir pra escola, tive apoio e incentivo de algumas educadoras, e o descaso e falta de conhecimento de tantas outras, bem como a indiferença e bullyng por parte dos coleguinhas.
    Hoje, ela sofre com a falta de amigos, tem dificuldade de se relacionar devido à distância intelectual que tem com os colegas e a escola se tornou um ambiente desmotivadoR, uma vez que ela aprende tudo até antes da lição ser dada.
    Temo pelo futuro dela, suas relações interpessoais e ao isolamento social.
    Já procurei ajuda médica, mas o SUS não tem terapeutas, núcleos de atenção, psicólogas ou psiquiatras aptos a lidar com esse tipo de paciente…
    Agradeço qualquer ajuda ou orientação, de coração, pois esse pedido vem de uma mãe orgulhosa, que ajuda a filha da melhor forma possível e sabe o potencial que ela tem.

  3. Olá!

    Senti-me bastante compelida a comentar aqui, pois tive uma infância extremamente parecida. Meus pais tentaram psicólogos, mas não foi útil na época.
    Hoje tenho 27 anos e posso afirmar que o suporte dos meus pais foi essencial para meu convívio social. Por detestar o ritmo dos colegas, eu adiantava até trinta páginas nos livros para me distrair apenas para apagar ao chegar em casa. Desde pequena eu desejava ir à escola, mas não gostava das aulas porque as outras crianças não aprendiam da mesma forma ou velocidade que eu. Desmotivada, ao entrar na segunda série meus pais decidiram que eu teria duas frentes de ensino: a escola, seguindo o ritmo da sala-de-aula, e em casa como homeschooling, estudando coisas desafiadoras para mim. Essa técnica funcionou até a quinta série, quando eu estava adiantada demais em casa (com conteúdo de ensino médio) e mais distante dos colegas; nesse momento eles inseriram os idiomas no meu cotidiano e eu me apaixonei. Aprendi inglês, espanhol, francês, italiano, latim e alemão (não exclusivamente nessa ordem). Hoje estudo russo e árabe.
    Posso afirmar que isso foi decisivo para meu convívio social e passei a me relacionar melhor. Nesse campo, algo que meus pais sempre fizeram foi conversar sobre como eu não deveria desobedecer autoridades por mais que cometessem erros e deveria tentar entender as especificidades e dificuldades de todos. Eles me ensinaram a procurar similaridades para que eu pudesse criar laços empáticos com outros.
    O caminho não foi fácil e o bullying só parou de fato na oitava série, mas a empatia criada em mim foi realmente algo forte e significativo. Procure hobbies para sua filha nos quais ela possa mergulhar sem adiantar muito o conteúdo escolar. Infelizmente o meu hobby não era muito interativo, pois até os idiomas eu estudei sozinha, mas depois de um tempo eu passe a interagir melhor por causa deles.
    Deixo meu e-mail aqui caso você tenha alguma dúvida: wmmdeborams@gmail.com
    Espero ter ajudado e desejo um caminho brilhante para sua filha e toda sua família!

    1. Bom dia, Débora
      Obrigada por seu depoimento.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
      CRP 41029-6
      INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
      (13) 34663504
      R. Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP
      CEP 11310-071
      marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br

  4. Olá
    Meu nome é Lucélia, tenho um filho de 7 anos e ele anda muito desanimado com a escola. Às vezes ele me diz:
    – Escola para mim mamãe, é só um passa-tempo… Não aprendo nada de novo, só o que eu já sei.
    Cada vez que ele me fala isso, meu coração fica apertado.
    Ele desde pequeno foi muito curioso, aprendeu o alfabeto aos 2 anos, reconhecia as formas geométricas e outras coisas. Leu aos 5 anos sem ser ensinado.
    Sempre procurei dar à ele brinquedos educativos que estimulassem seu aprendizado. Mas eu apenas brincava junto com ele.
    Agora, enquanto seus coleguinhas estão começando à ler, ele já está lendo livros com mais de 100 páginas, mas só leitura de histórias que o interessa, como jogos por exemplo.
    Gostaria de uma orientação.
    Ficarei muito grata.

    1. Bom dia, Lucélia
      Seria importante levar seu filho para uma avaliação psicodiagnóstico com uma psicóloga.
      Também verificar na escola outras atividades que possam ser do interesse dele, ou matriculá-lo em atividades extracurriculares em outros locais.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
      CRP 41029-6
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      R. Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP
      CEP 11310-071
      marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br

  5. Boa tarde Marina,
    Meu nome é Fabiana e tenho um filho único de 10 anos , o Gabriel, que está fazendo o 5º ano. Ele é um menino muito inteligente, não precisa estudar para as provas ( apesar de repassar toda a matéria com ele, às vezes ele me ensina ) e tira notas acima de 9,0 em todas as provas. Quando erra algo, é porque fica muito afoito pra acabar logo a prova e entregar à professora.Confiro todas as provas e refaço as questões que errou, por isso vejo que ele sabia. Gosta de ser o primeiro da sala, desde muito pequeno. Tem orgulho de ser inteligente e não tolera alunos que não tem essa cabecinha tão abençoada. Isso é um problema que eu tento minimizar dizendo a ele que somos diferentes, que não são todos que tem essa facilidade para aprender. Ele critica muito os professores, procura erros, procura falhas e fica extremamente irritado. Ontem me disse que não quer ficar numa turma que tem média 7,0., que quer mudar de turma , que a professora da outra turma é mais rigorosa. Ele gosta da professora ser gentil, mas gosta que a professora explore o máximo do pensamento.O ano que vem disse que prefere ir para a escola Militar porque lá só tem bons alunos, que levam o estudo à sério. Ele fica tão nervoso que até chora. Não gosta de ser chamado atenção , porque se acha muito comportado e bom aluno, não admite reprimenda, se acha injustiçado. A professora esses dias disse que ele estava com uma cara de desânimo e que contagiava os colegas com essa atitude.Ele ficou muito triste e nervoso com essa afirmação dela e não quer mais ficar na sala de reforço que é o contra turno. Ele estuda período integral porque não tem com quem deixá-lo.Ele fica muito entediado com a mesmice e falta de planejamento da escola. Termina a tarefa muito antes dos outros colegas, daí fica ocioso o restante do tempo, isso o deixa muito entediado.Gosta muito de jogos de desafios e procura sobre tudo na internet, conhecimentos gerais.Tem um canal no youtube onde ensina jogos e está planejando outro canal com um amigo maior de 13 anos. Ele gosta de ensinar e ajudar . Mas não gosta de colegas desinteressados. Admira quando alguém se esforça pra aprender, mas não gosta de alunos folgados. Os colegas querem fazer trabalho com ele porque tira notas boas, mas ele já percebeu isso e não quer que ninguém se escore nele. Acabo que tenho problemas porque alguns colegas dizem que ele é ” se achão”. Fico muito preocupada com isso, vivemos num mundo muito estranho e violento. Ele é um menino muito bonito e muito inteligente.Tem gosto especial por matemática e ciências e diz que quer estudar medicina no Canadá, desde muito pequeno. Diz que quer medicina porque quer ajudar as pessoas. Diz que só quer ser feliz. Você acredita que ele pode ser uma criança de altas habilidades?

  6. Ola. Meu nome e Greyce. Meu filho tem 2 anos e 3 meses e esta frequentando a escolinha desde os 11 meses de idade. Ele iniciou no bercario e agora esta no maternal 1. Ele falou aos 8 meses e hoje fala muito bem. Estou um pouco preocupada porque ele ja le. Isso mesmo , ele le. Inclusive frases completas e palavras complexas como “travesseiro”. Ele e uma crianca que adora procurar videos de leitura ou numeros no youtube incluindo em ingles. Ja conta em ingles. Eu queria saber com que idade posso leva-lo ao psicologo.

    1. Bom dia, Greyce
      Você já poderá fazer uma avaliação diagnóstica do seu filho.
      Se quiser agendar comigo, entre em contato pelo whatsapp(13)991773793.
      Fico a disposição para ajudá-la.
      Att.

  7. OLÁ, meu nome é Bárbara sou professora há 12 anos de educação infantil e agora tenho um filho de 2 anos e seis meses. As vezes me questiono se o conhecimento dele é só estimulo ou esta além do normal. Ele já reconhece as cores desde quando tinha 1 ano e meio. Nessa idade desenvolveu uma obsessão por números e sempre nos questionava qual número era e sobre contagem, aprendeu rapidamente todos os números. Depois foram as formas geométricas e questões sobre grandezas. Agora apenas um mês desenvolveu uma obsessão pelas letras e já reconhece praticamente todas, e as relaciona com as palavras, por exemplo U da uva. Na escola fui chamada pela questão de comportamento. Não se interesse pelas atividades propostas e não gosta de atividades motoras. Também tem uma energia enorme, demora muito para dormir e quase sempre esta envolvido com algo. Adora desenhar e seus desenhos começam a ter formas de letras, números e tenta fazer animais e pessoas. A professora me questionou sobre o uso de celular, mas ele não tem acesso e quando oferecido ele logo fica irritado pois tem dificuldades ao manipular. Gosta muito de livros e conhecer coisas diferentes, tem enorme facilidade de gravas letras de músicas e adora instrumentos musicais. Sua linguagem é muito fluente, faz uso de palavras que não são comuns a idade. Porém seu comportamento é normal da idade gosta de brincar, também as birras são normais da idade. Será que tem altas habilidades?

    1. Bom dia, Bárbara
      Não dá para saber, tem que fazer uma avaliação diagnóstica.
      Se quiser agendar comigo, entre em contato pelo whatsapp(13)991773793.
      Fico a disposição para ajudá-la.
      Att.

  8. Boa noite, Meu nome é Eduardo, tenho uma filha de um ano e sete meses.
    Ela já sabe identificar e falar todas as letras do alfabeto com rapidez e aleatoriedade, identifica e fala os números de 1 a 20, conta ate 30, identifica e fala as formas geométricas, mais comuns (quadrado, retângulo, circulo, oval, hexágono, triangulo , pentágono,cruz, estrela ), identificando estas figuras em objetos do seu meu ambiente como em ceramicas, luminarias, quadros, etc, sabe ler o seu nome,
    é capaz de ficar um bom tempo vendo videos educativos ou de cantigas infantis demonstrando ter um foco de concentração importante, fala e identifica todas as cores, entende que os numeros significam quantidades e já conta objetos.
    É uma criança alegre, engraçada as vezes um incipiente senso de humor.Sabe o nome de todos os membros da família.
    Quando acorda pela manha já começa a falar os números, cantar ou mesmo na madrugada quando perde o sono.
    Vibra quando recebe um brinquedo novo, por exemplo de encaixar peças.
    Cada dia aprende mais palavras novas e começa a falar frases curtas.
    A minha duvida é se ela pode tem características de uma criança que mais para frente se enquadrara em portadora de altas habilidades ou é só uma criança, digamos precoce.
    obrigado!

    1. Boa tarde,
      Não é possível afirmar, pois de fato precisaríamos fazer uma avaliação psicodiagnóstica.
      Os indicadores que você se refere sobre sua filha, de fato estão acima da média para idade, vale a pena entrar em contato com a Associação de Altas Habilidades e Superdotação.
      Agradeço sua visita.
      Muito obrigada!
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
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  9. Boa terdes.
    Tenho um filho que se enquadra .
    Ele tem 13 anos, os professores reclamam de falta de interesse, dispersão, .e imaturidade.
    Porem teve uma professora que conversou comigo em particular, dizendo para procurar ajuda pois ela entendia minha situação.
    Pois passou com isso com seu filho.
    Ela me falou que percebeu algo diferente no meu filho, pois ele tem um vocabulário rico, é apaixonado com astronomia, ciências e arqueologia etc.
    Porem na sala de aula as vezes tem dificuldades em fazer amizades, tímido e não acompanha os conteúdos.
    O que devo fazer nessa altura do campeonato?
    Pois tenho medo que ele perca o ano letivo.
    Pois compreendo que ele não tem culpa.

    1. Boa tarde,
      Você poderá marcar uma avaliação aqui comigo, em janeiro, porque estou saindo de férias.
      Pode entrar em contato pelo whatsapp (13) 991773793
      Fico a disposição,
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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  10. Bom dia. Meu nome é Lara, eu tenho 17 anos e eu sou superdotada. Quando criança participei do programa de altas habilidades e superdotação do governo de Brasília. Mas agora vivo em Sp.
    Eu gostaria de saber se eu ter um diagnóstico eu seria melhor compreendida academicamente, iniciei um curso técnico de comunicação visual e eu percebo q os professores estão criando a mesma impressão q os do meu ensino regular tinha, como se eu fosse uma boa aluna mas não tivesse foco, pq nas aulas eu só presto atenção em 10/20 minutos de aula e depois eu fico conversando, ou desenhando, ou simplesmente saio da sala e enrolo pra voltar. As vezes eu penso q se eu tivesse um diagnóstico eu seria mais livre do sistema, pq pode ser q pra alguns essas regras sejam necessárias pra que os alunos realmente aprendam. Mas pra mim, se torna uma prisão.

    1. Boa tarde, Laura
      Sim, de fato é importante para vc ter um diagnóstico para garantia de seus direitos e investigar porque não se concentra nas aulas.
      Em São Paulo tem A Associação de Altas Habilidades e Superdotação, vc poderá fazer a avaliação.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
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  11. Boa tarde Dra.
    Me chamo José Carlos e meu filho tem 6 anos de idade e já é alfabetizado e começou a tocar sax com 5 anos de idade, alguns professores disseram que ele pode ter alguma porcentagem de superdotado, pelo bom desenvolvimento escolar dele, quem poderia dar este diagnóstico? estou meio perdido nesse assunto.

    1. Bom dia,
      Quem faz o diagnóstico é o psicólogo com uma avaliação psicodiagnóstica, a partir dos 6 anos já se pode realizar o diagnóstico.
      Vc poderá entrar em contato comigo pelo whatsapp (13) 991773793 para agendar uma entrevista.
      Poderá tentar o site da Associação de altas Habilidades e Superdotação em São Paulo.
      Fico a disposição,
      Att.

      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
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  12. Bom Dia! Meu nome é Damiana e tenho uma filha de 1 ano e 8 meses, com 1 ano e 3 meses minha filha já tinha vocabulário de mais de 60 palavras, o que fazia com que os pais da escolinha sempre comparassem os filhos com a minha pois eles estavam atrasados. Ela começou a andar (sem precisar de nenhuma ajuda – não fiquei segurando as mãozinhas dela para ela ir aprimorando os passinhos, ela começou a andar e pronto – minha coluna agradeceu) com 11 meses, com 8 já falava aquelas palavras básicas (papai, mamãe, papa). Ela já esta na fase de ‘é meu” onde tudo é dela e ela reforça isso a cada minuto, como também na fase do não (não quer). Ela sabe guardar as coisas no lugar, muitas vezes sem pedirmos, ela devolve as coisas sem fazer escândalo, sabe pedir emprestado, muitas vezes “trocando” um brinquedo seu pelo do coleguinha. Ela vê um machucado (ou marca que ela acha que é machucado) ela fica com dó da pessoa, hoje mesmo ela viu uma pinta minha, me beijou e falou que o dodói ia sarar. Ela faz algumas associações, do quente, frio, grande e pequeno (nem sempre acerta, mas faz). Eu realmente fico sem saber se tenho que olhar minha filha com outros olhos, fazer avaliações ou se devo ir levando.
    Ela estudo em escola montessoriana e americana, na escola ela sabe o nome de todos os colegas da escola (os da sala e os que não são da sala) e as mochilas de cada um. na sala de aula ela consegue concluir as atividades com mais destreza que os demais colegas, sendo que vários já tem 2 anos. Ela é a unica da sala dela que já fala (conta historias, com frases de ate 5 palavras).
    O que você me indica?

    1. Bom dia,
      Quem faz a avaliação é o psicólogo especializado em Altas Habilidades, a partir dos 6 anos já se pode realizar o diagnóstico.
      Vc poderá entrar em contato comigo pelo whatsapp (13) 991773793 para agendar uma entrevista inicial.
      Poderá tentar o site da Associação de Altas Habilidades e Superdotação em São Paulo.
      Fico a disposição,
      Att.

      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
      CRP 41029-6
      INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
      (13) 34663504
      R. Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP
      CEP 11310-071
      marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br
      http://www.institutoinclusaobrasil.com.br

      https://www.facebook.com/InstitutoInclusaoBrasil/
      https://www.facebook.com/marina.almeida.9250
      https://www.facebook.com/groups/institutoinclusaobrasil

  13. Olá, como podemos identificar superdotação em adultos, percebo muitos aspectos coincidentes com minha personalidade desde a infância, inclusive o interesse por assuntos fora do padrão considerados para minha idade. Aguardo contato

    1. Bom dia!
      A indicação é fazer uma avaliação neuropsicológica para verificar as áreas intelectuais das inteligencias múltiplas, inteligencia emocional, personalidade, competências e fatores que precisam ser cuidados, segundo a Teoria dos Três Anéis.
      Indico a Associação Brasileira de Altas Habilidades e Superdotação, entre no site deles que poderão indicar um profissional em sua cidade ou estado.
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
      CRP 41029-6
      INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
      Whatsapp (13) 991773793 ou (13) 34663504
      Rua Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP
      CEP 11310-071
      marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br
      http://www.institutoinclusaobrasil.com.br
      https://www.facebook.com/InstitutoInclusaoBrasil/
      https://www.facebook.com/marina.almeida.9250
      https://www.facebook.com/groups/institutoinclusaobrasil/

    2. Bom dia!
      Indico o site da associação brasileira de altas habilidades e superdotação.
      http://apahsd.org.br/
      Muito Obrigada!
      Att.
      Marina S. R. Almeida
      Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
      Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
      CRP 41029-6
      INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
      Whatsapp (13) 991773793 ou (13) 34663504
      Rua Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP
      CEP 11310-071
      marinaalmeida@institutoinclusaobrasil.com.br
      http://www.institutoinclusaobrasil.com.br
      https://www.facebook.com/InstitutoInclusaoBrasil/
      https://www.facebook.com/marina.almeida.9250
      https://www.facebook.com/groups/institutoinclusaobrasil/

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